O primeiro-ministro assegurou que o Executivo mantém “o mesmo rumo, a mesma determinação e a mesma firmeza” com que iniciou a sua trajetória há dois anos. O chefe do Governo admitiu esta quinta-feira que é necessário diálogo com a oposição, mas recusou “ceder à inércia” ou “reagir ao barulho”, avisando que não contem com o Executivo para “jogos de semântica ou politiquices estéreis”.
Luís Montenegro fez uma intervenção, sem perguntas, a partir dos jardins da residência oficial em São Bento (Lisboa), numa breve cerimónia para assinalar os dois anos da sua primeira investidura, a 02 de abril de 2026.
Com muitos dos secretários de Estado do atual e do anterior Executivo atrás, o líder do Governo PSD/CDS-PP passou em análise quase todos os setores da governação e, admitindo que precisa de aliados para aprová-los, deixou mensagens à oposição.
“Nós sabemos muito bem que é necessário um diálogo aberto e leal com as forças da oposição, mas também sabemos que governar não é reagir ao barulho, é agir para o futuro. E uma coisa é estar disponível para negociar e chegar a um entendimento, coisa diferente é ceder à inércia”, afirmou.
Luís Montenegro assegurou que o Executivo mantém “o mesmo rumo, a mesma determinação e a mesma firmeza” com que iniciou a sua trajetória há dois anos.
“O Executivo diz de forma muito clara, transparente, serena e inequívoca: não contam connosco para jogos de semântica ou politiquices estéreis”, disse.









