As declarações foram feitas à margem de uma reunião dos chefes da diplomacia da União Europeia, realizada em Bruxelas. Segundo o governante, a posição portuguesa é partilhada pela maioria dos Estados-membros do bloco europeu.
“Portugal não está, nem vai estar, envolvido neste conflito”, afirmou o ministro aos jornalistas.
Apesar de excluir qualquer participação militar, Rangel sublinhou a importância de garantir a liberdade de navegação naquela rota marítima estratégica para o comércio internacional. O governante defendeu que existem várias formas de atuação no plano político e diplomático para contribuir para a estabilidade da região.
“Tudo aquilo que se possa fazer para desobstruir o estreito de Ormuz e permitir a liberdade de navegação é positivo”, declarou, acrescentando que é nesse âmbito diplomático que Portugal pretende atuar, em sintonia com a maioria dos parceiros europeus.










