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Home Editorias Ciência

Depois do asteróide que matou os dinossauros, algumas algas aprenderam a caçar para sobreviver

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
9 de novembro de 2020
Reading Time: 3 mins read
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Nautilus E/V

Pequenas plantas oceânicas aparentemente inofensivas sobreviveram à escuridão causada pelo impacto que dizimou os asteróides, há 66 milhões de anos, ao aprender a comer outras criaturas vivas.

Grandes quantidades detritos, fuligem e aerossóis foram disparados para a atmosfera da Terra quando um asteróide de grandes dimensões colapsou com o nosso planeta, mergulhando-o na escuridão, arrefecendo o clima e acidificando o oceano.

Juntamente com os dinossauros e os repteis de grandes dimensões que vivam no oceano, as espécies dominante de algas marinhas foram imediatamente exterminada – à exceção de um raro tipo destas plantas, conta a agência noticiosa Europa Press.

Uma equipa internacional de cientistas, que contou com a participação de especialistas do Reino Unido, França e Estados Unidos, levou a cabo uma nova investigação para perceber como é que este tipo de algas conseguiram prosperar num ambiente tão hostil, que conduziu uma extinção em massa por quase toda a cadeia alimentar.

“Este evento estava mais perto de matar toda a vida multicelular neste planeta, pelo menos no oceano (…) Se removermos as algas, que foram a base da cadeia alimentar, tudo o resto deve morrer”, explicou o explica o geólogo da Universidade da Califórnia e co-autor do estudo Andrew Ridgwell, citado em comunicado.

“Queríamos saber como é que os oceanos da Terra evitaram este destino e como é o que o nosso ecossistema moderno marinho evoluiu novamente após estas catástrofe”.

Para encontrar respostas, a equipa analisou fósseis bem preservados das algas sobreviventes e criou modelos computorizados detalhadas para simular a provável evolução dos hábitos alimentares destes espécimes ao longo do tempo.

A maioria dos fósseis tinha escudos feitos a partir de carbonato de cálcio com alguns buracos. Estes buracos, explica o portal IFL Science, indicam a presença de flagelos, estruturas em forma de cauda que permitem que pequenos organismos nadem. “A única razão pela qual precisas de te mover é para apanhar a tua presa“, disse Ridgwell.

De acordo com os cientistas, estas algas alimentaram-se de outros organismos vivos através da fotossíntese para sobreviver, num fenómeno chamado mixotrofia.

Atualmente, existem poucos organismos terrestres com esta capacidade.

Segundo o estudo, cujos resultados foram recentemente publicados na revista científica Science Advances, depois de a escuridão causada pelo asteróide passar, estas algas mixotróficas expandiram-se desde as áreas da plataforma costeira para o oceano aberto.

Em oceano aberto, tornaram-se uma forma de vida dominante durante um milhão de anos, ajudando a reconstruir rapidamente a cadeira alimentar.

“Os resultados ilustram a extrema adaptabilidade do plâncton oceânico e a sua capacidade de evoluir rapidamente”, rematou Ridgwell.


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