- O gasóleo deverá descer 4 cêntimos, fixando-se em cerca de 1,928 €/litro
- A gasolina deverá subir 2,5 cêntimos, atingindo aproximadamente 1,921 €/litro
Na prática, abastecer um depósito de 50 litros passará a custar cerca de 96,40 € (gasóleo) e 96 € (gasolina) — uma diferença praticamente nula entre ambos.
O que está a influenciar os preços
A principal variável continua a ser o petróleo, em particular o Brent, que se mantém acima dos 100 dólares por barril. Esse nível elevado está diretamente ligado à tensão geopolítica no Golfo Pérsico.
O foco está no Estreito de Ormuz, uma das rotas energéticas mais estratégicas do mundo, por onde passa cerca de 20% do petróleo global. O bloqueio simultâneo por parte de Estados Unidos e Irão está a limitar significativamente o fluxo de navios petroleiros, criando pressão sobre os preços.
Contexto mais amplo
- O conflito e a ausência de negociações claras aumentam a incerteza
- O gás natural também está sob pressão, com alertas da Agência Internacional de Energia sobre impactos prolongados
- A região concentra vários dos maiores produtores mundiais de petróleo, o que amplifica qualquer disrupção
Leitura geral
Mesmo com tréguas formais, o mercado continua a reagir mais à logística e ao risco de abastecimento do que a declarações políticas. Pequenas variações semanais nos combustíveis, como estas, são um reflexo direto dessa volatilidade.
Se quiser, posso explicar por que gasolina e gasóleo nem sempre sobem/descem juntos — há diferenças estruturais importantes na formação de preços.











