. De acordo com o levantamento, o QR Code Generator examinou informações estatísticas da OCDE sobre a faixa etária para inatividade laboral, em todas as nações, de 2000 a 2020, para entender quais territórios registraram a maior progressão.
Conforme um anúncio à imprensa, “Portugal apresentou o oitavo maior avanço em sua idade de transição para inatividade, com um índice de 7,92%. No ano de 2000, a média etária de desligamento profissional era de 59,35, subindo para 64 em 2020.” O segundo estado soberano com maior elevação é a Estônia (+11,93%). Em 2000, a faixa etária para cessar a atividade laboral no país báltico era de 58 anos, atualmente está estabelecida em 65.
A Letônia encerra o top 3 com um acréscimo de 10,57%, variando de 59 anos para 65. Na sequência aparece a Nova Zelândia, o único território fora da Europa no top 10 (+9,84%), com a maior idade de saída do mercado de trabalho da relação, 67 anos, também justificada pela maior longevidade média (82). A Lituânia completa o top 10, com um crescimento de 7,57%. Em 2000, os profissionais se retiravam, em média, aos 58,75 anos; no entanto, em 2020, essa margem passou para 63 anos.
Mencionado no aviso oficial, Marc Porcar, diretor executivo da QR Code Generator, declarou que “é intrigante observar como a elevação progressiva na idade para reforma varia entre regiões. A dinâmica ascendente nas últimas duas décadas pode ser atribuída a múltiplos motivos, especialmente ao acréscimo da durabilidade da vida humana e ao avanço no envelhecimento demográfico.
“A emergência econômica global também teve influência no aumento da média etária de desligamento em escala mundial. Isso se deve às crescentes dificuldades financeiras, que geraram um cenário monetário onde muitos indivíduos não conseguem mais se retirar da vida laboral.
“O aumento das taxas inflacionárias e a deficiência nos fundos previdenciários estão tornando substancialmente mais complexo para os trabalhadores alcançarem uma reforma tranquila — algo claramente ilustrado por esses números.”










