Miguel Pinto Luz salientou que o diferendo com a Azul, que remonta a 2024 e envolve um processo de reestruturação judicial nos Estados Unidos, não constitui entrave para potenciais interessados nem para a alienação da TAP. O ministro das Infraestruturas afirmou esta terça-feira que o contencioso judicial da transportadora aérea brasileira Azul contra a TAP, no montante de cerca de 189 milhões de euros, “ficará a cargo do Estado” português e não será transferido para futuros adquirentes.
Miguel Pinto Luz, que intervinha na Assembleia da República, referiu que o diferendo com a Azul, que teve origem em 2024 e envolve um processo de recuperação judicial nos EUA, não representa um obstáculo para potenciais investidores e que o processo de privatização da TAP prosseguirá normalmente, estando os interessados devidamente informados sobre a situação.
Apesar de o processo decorrer em paralelo com a alienação de até 49,9% da companhia, com propostas não vinculativas da Air France-KLM e da Lufthansa, o ministro destacou que não existe qualquer impacto ao nível operacional e que a transportadora continua a funcionar como a “TAP sólida”, independentemente do desfecho do processo judicial.










