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Home Editorias Ciência

As plantas entram em “pânico” quando chove

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
8 de novembro de 2019
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Tal como os seres humanos, as plantas precisam de água para sobreviver, no entanto, isso não significa que gostem de levar com uma chuvada em cima. De acordo com uma nova investigação, quando a chuva começa a cair, a sua resposta é imediata, desgastante e chega a estar próxima do “pânico”.

De acordo com o Science Alert, os investigadores envolvidos na nova pesquisa afirmam que a humidade é a principal forma de uma doença se espalhar entre a vegetação, ainda mais do que a temperatura. Quanto mais tempo uma folha estiver molhada, maior a probabilidade de um patógeno estabelecer a sua residência.

“Quando uma gota de chuva salpica sobre uma folha, minúsculas gotas de água ricocheteiam em todas as direções. Essas gotículas podem conter bactérias, vírus ou fungos. Uma única gota pode espalhá-las por até dez metros nas plantas vizinhas”, disse o bioquímico Harvey Millar, da Universidade da Austrália Ocidental e autor do estudo publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

Por outras palavras, a reação de uma planta à chuva é semelhante à forma como reagimos quando outra pessoa espirra, literalmente, para cima de nós: não é agradável e faz-nos entrar diretamente em modo de defesa.

Ao imitar a chuva com um frasco de spray, a equipa observou um rápido efeito dominó de mudanças microscópicas nas plantas, iniciadas por uma poderosa proteína chamada Myc2.

Nos primeiros dez minutos em contacto com a água, mais de 700 genes nas plantas responderam e a maioria desses continuou a aumentar a sua expressão durante cerca de um quarto de hora, alterando o equilíbrio de proteínas, transcrição e hormonas das plantas, antes de voltar ao normal.

Depois de apenas um único toque na água, os cientistas relataram que as plantas acumularam imediatamente compostos de sinalização, como cálcio, ativando respostas da membrana ao toque e sofrendo alterações transcricionais em todo o genoma.

Porém, embora essas mudanças tenham sido apenas momentâneas, o contacto repetido acabou por levar ao crescimento atrofiado de uma planta e ao atraso no florescimento.

“Quando o Myc2 é ativado, milhares de genes entram em ação para preparar as defesas da planta. Esses sinais de alerta viajam de folha em folha e induzem uma série de efeitos protetores”, explica Millar.

No total, os cientistas descobriram que não menos de 20 genes ligados a proteínas eram diretamente direcionados e regulados pelo Myc2 após a pulverização da água. Além disso, os mesmos sinais que essas plantas estavam a usar para espalhar informação entre as suas folhas também estavam a ser usados para se comunicar com a vegetação próxima.

Segundo os cientistas, um dos muitos produtos químicos produzidos em resposta às gotículas de água é o ácido jasmónico, que regula muitos processos fisiológicos envolvidos no crescimento das plantas e no lidar com o stress.

Além disso, quando os jasmonatos são transportados pelo ar, também podem deixar outras plantas saberem o que está a acontecer e como estão a lidar com a situação.

“Se as vizinhas de uma planta têm os seus mecanismos de defesa ativados, é menos provável que espalhem doenças”, explica Millar, sendo “do seu interesse que as plantas espalhem o aviso para as plantas mais próximas”.

No que toca à proteção, a comunicação é uma questão muito importante para as plantas. Exemplo disso é outra investigação, publicada em outubro, que mostra que, quando estão sob ataque, as plantas têm uma “linguagem universal” para avisar as outras.

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