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Home Economia

Asiáticos são “os novos donos da energia em Portugal” (o porto seguro que é um trampolim para o mundo)

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
28 de agosto de 2020
Reading Time: 3 mins read
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A entrada da empresa sul-coreana Hanwha Q-Cells no sector da energia solar em Portugal é o mais recente caso do investimento asiático que vem sendo feito em Portugal, nos últimos anos. Chineses, japoneses e coreanos são “os novos donos da Energia em Portugal”.

Esta conclusão é feita pelo Jornal Económico que fez as contas ao investimento asiático no sector da energia em Portugal, nos últimos 10 anos. Estão em causa dez mil milhões de euros que foram investidos em todos o tipos de energia, da solar à eólica e hídrica, passando por redes e gás.

Tudo começou com a China Three Gorges que investiu 2.700 milhões no grupo EDP, detendo agora 21,47% da eléctrica nacional que, por seu turno, controla 82% da EDP Renováveis.

Depois foi a China State Grid a investir 287 milhões de euros para comprar 25% da REN, a empresa de transporte de electricidade e gás natural.

A japonesa Marubeni investiu 400 milhões para adquirir 50% da Trustenergy que produz cerca de 10% da energia eólica do país, sendo que a outra metade é dos franceses da Engie.

O grupo Cheung Kong, que tem sede em Hong Kong, comprou a eólica Iberwind por mil milhões de euros. Entretanto, vendeu a empresa aos britânicos da Ventient Energy por 206 milhões de euros.

Os tailandeses da PTT Exploration and Production adquiriram a petrolífera nacional Partex por 555 milhões de euros.

E, agora, a sul-coreana Hanwha Q-Cells, empresa que produz painéis solares fotovoltaicos, ganhou o segundo leilão da energia solar para a construção de centrais solares em Portugal.

“Portugal tem vantagem sobre os outros países”

Este interesse asiático pela energia em Portugal explica-se por vários factores, nomeadamente pela “estabilidade política” do país, como aponta ao Jornal Económico o presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN), Pedro Amaral Jorge.

Por outro lado, Portugal tem “metas quantitativas para os investidores bem definidas”, designadamente com o Plano Nacional de Energia e Clima (PNEC), o Roteiro para a Neutralidade Carbónica e o plano nacional de hidrogénio, como vinca este responsável.

Portugal está-se a “tornar um polo de atracção de investimento na área da energia e electricidade renovável”, o que constitui uma “alternativa ao investimento massivo apenas no turismo”, constata ainda Pedro Amaral Jorge.

As “empresas asiáticas planeiam a muito largo prazo”, aponta também o presidente da APREN, realçando que “estão a olhar para Portugal numa lógica de investimento em que têm acesso a capital, em maturidades muito longas, como no caso do Japão e da Coreia”.

Já o especialista em Energia António Sá da Costa realça, também em declarações ao Económico, que as empresas asiáticas têm “liquidez” e que “há falta de projectos a nível mundial para investir”.

Portugal surge no horizonte como um investimento seguro e como um trampolim para outros mercados.

No caso da Hanwha Q-Cells, Sá da Costa constata que é uma das “pioneiras na Europa por causa das baterias”. “Se este projecto for bom para eles, têm aqui uma montra comercial, há aqui um interesse comercial“, conclui.

Este especialista também sustenta que “Portugal tem uma vantagem sobre os outros países”, pois “os pontos de ligação à rede são eternos desde que não se mude de tecnologia”. “Por exemplo: tenho um ponto de ligação de eólica que é eterno, se quiser mudar para solar já não posso”, nota.


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