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Home Editorias Ciência

Em Bristol, as gaivotas sabem as horas do recreio para poder roubar comida

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
17 de novembro de 2020
Reading Time: 3 mins read
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Srikanta N / Flickr

Cientistas que estudam estas astutas aves descobriram que estão tão bem adaptadas aos nossos ambientes urbanos que sabem exatamente onde procurar comida e, mais importante, quando o fazer.

Bristol é uma das cidades no Reino Unido mais infestadas de gaivotas. Por isso, investigadores da sua principal universidade decidiram estudar o seu comportamento, conta o site Science Alert.

No verão de 2018, uma equipa de cientistas instalou dispositivos GPS numa série de gaivotas-de-asa-escura (Larus fuscus) para rastrear os seus movimentos durante um mês, tendo-se focado em três áreas de alimentação perto dos seus ninhos: um parque, uma escola e um centro de resíduos.

A cada 15 minutos, durante sete dias por semana, os investigadores também contaram o número de gaivotas-prateadas (Larus argentatus), de guinchos-comuns (Chroicocephalus ridibundus) e de alcatrazes-comuns (Larus marinus) em cada local, bem como o número de pessoas em redor e a disponibilidade de alimento.

“Tanto na escola como no centro de resíduos, as gaivotas ficavam à espera nos telhados em redor, antes dos intervalos escolares e de o lixo ser descarregado, sugerindo que estavam lá especificamente à espera que a comida ficasse disponível”, escrevem os autores do estudo publicado, a 2 de novembro, na revista científica Ibis.

“A previsibilidade temporal das fontes de alimento nestes locais parece ter resultado numa abordagem de se sentar e esperar, em vez de procurar ativamente por comida”, acrescentam.

No caso da escola, os cientistas contaram o maior número de pássaros por volta das 11h15 e das 12h45, ou seja, durante os intervalos do meio da manhã e do meio da tarde, quando o recreio tem mais crianças a comer os seus snacks.

Durante o fim-de-semana, quando a escola e a lixeira estão fechadas, as aves com os rastreadores GPS também não visitavam os três locais com a mesma frequência.

A procura de alimentos no parque, por outro lado, parecia estar menos relacionada com a atividade humana e mais com os recursos naturais. No início da manhã, as gaivotas do estudo voavam geralmente para este sítio, onde eram vistas a bicar o solo.

“Embora já toda a gente tenha experimentado ou visto gaivotas a roubar comida de outras pessoas nos parques, estas que analisámos costumavam parar lá durante a manhã, e isso pode ser porque minhocas e insetos estão mais presentes nessas primeiras horas”, explica Anouk Spelt, investigadora da Universidade de Bristol e uma das autoras do estudo.

Uma outra descoberta particularmente interessante foi o tempo escalonado de todas as três fontes de alimento, o que levanta a possibilidade de que algumas gaivotas estejam a viajar de um recurso para outro, sincronizando a sua procura com os vários horários humanos.


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