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Home Economia

Fast food lucra milhões com a pandemia. Cadeias planeiam expansão no mercado

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
16 de outubro de 2020
Reading Time: 3 mins read
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Willis Lam / Flickr

A crise decorrente da pandemia de covid-19 parece ter afetado todo o mundo, sobretudo na área da restauração. Contudo, este não é o caso das grandes cadeias de fast food que continuam a acrescentar aos seus cofres milhões de euros. Estamos a falar do exemplo do McDonald’s, Chipotle ou Dominos.

Contents
O outro lado da moedaQueda na restauração convencional

Para além do McDonald’s que continua com o seu negócio a faturar milhões de euros, também a Chipotle Mexican Grill e a Dominos Pizza estão a conquistar novos clientes e a aumentar as suas lojas, posicionando-se economicamente num lugar em que milhares de restaurantes pelo mundo fora gostariam de estar.

Maior facilidade no acesso a capital, condições especiais de arrendamento, melhores condições de alcançarem espaços, maior flexibilidade geográfica e grande experiência com drive-through, takeout e entrega. Estes fatores são a receita secreta que faz com que nem a pandemia do novo coronavírus esteja a deitar a baixo o negócio do fast food.

Em plena pandemia mundial, o impulso destas cadeias alimentares está a causar uma grande diferença quando comparada com o ritmo de recuperação de outras empresas no mesmo setor.

O caso da Chipotle Mexican Grill: a empresa triplicou as suas receitas online no segundo trimestre deste ano, enquanto a Dominos, Papa John’s International, e Wingstop, também revelaram aumentos nas vendas no terceiro trimestre de 2020, comparando com período homólogo. A famosa cadeia de fast food McDonald’s divulgou que as vendas nos EUA aumentaram 4,6% no terceiro trimestre.

As vendas de fast food estão a correr tão bem que até há quem veja um lado bom na pandemia. “O ponto positivo da pandemia é que vamos ficar mais fortes”, disse Bernard Acoca, presidente-executivo da El Pollo Loco Holdings, uma rede de 475 restaurantes Tex-Mex. A cadeia abriu três restaurantes em 2020, e pretende “expandir-se” nos próximos anos, explicou Acoca.

O outro lado da moeda

No entanto, ventos favoráveis não chegam a todos. A situação atual pode ter dado um impulso económico a grandes empresas, mas nem todas tiveram essa sorte. Algumas grandes cadeias alimentares tiveram quedas de vendas bastante relevantes.

A Ruby Tuesday, a California Pizza Kitchen, Shake Shack e a Ruth’s Hospitality Group devolveram milhões de dólares de ajuda federal destinada a pequenas empresas afetadas pela pandemia do coronavírus. Também a Starbucks, Dunkin Brands, e a Pizza Hut comunicaram que planeiam fechar milhares de lojas nos próximos meses.

Ainda assim, há empresas que olham para os problemas como uma oportunidade e garantem que é altura de terem uma atitude mais “agressiva” no mercado.

É o caso da Olive Garden e da Darden Restaurants que estão a estudar a expansão em áreas urbanas, incluindo Manhattan, onde os alugueres eram anteriormente demasiado caros.

Queda na restauração convencional

As perspetivas para muitos restaurantes independentes estão a ficar cada vez mais sombrias. Três quartos dos quase 22.000 restaurantes que fecharam nos Estados Unidos entre março e setembro eram empresas com menos de 5 estabelecimentos abertos, recorda o WSJ.

A National Restaurant Association prevê que 100.000 restaurantes serão fechados ainda este ano nos EUA. Esta perda repentina de estabelecimentos pode ter outra consequência: alteração permanente da paisagem das cidades americanas. Alguns chefes temem que a recente revitalização dos centros da cidade sofra uma reversão.

A oferta de emprego em restaurantes e bares também caiu em 2,3 milhões de vagas, de acordo com o Departamento do Trabalho. Segundo, a National Restaurant Association a pandemia irá reduzir cerca de 240 mil milhões de dólares (cerca de 205 mil milhões de euros) em vendas de restauração só este ano.


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