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Home Editorias Ciência

Há 17 anos que Marte não estava tão perto (e só em 2035 voltará a estar)

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
8 de outubro de 2020
Reading Time: 3 mins read
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Kevin Gill / Flickr

Esta semana, e durante o mês de outubro, o planeta vermelho será mais visível a partir da Terra e está agora a brilhar intensamente. Há uns dias, Marte esteve mais perto da Terra do que nos últimos 17 anos, e do que estará nos próximos 15.

Não é novidade que Marte seja visível a partir da Terra. Mas durante o mês de outubro, o segundo menor planeta do sistema solar atingirá o seu ponto mais alto no céu todos os dias por volta da meia-noite – aparecerá todas as noites no céu de leste e brilhará a oeste ao amanhecer.

De acordo com a CNN, Marte encontra-se, neste momento, um pouco a norte do equador celeste, o que significa que está quase perfeitamente posicionado para ser visto de ambos os hemisférios. Além disso, encontra-se numa região do céu que não tem estrelas brilhantes, o que o tornará inconfundível.

Este período de excelente visibilidade coincide com um evento chamado “Oposição de Marte”, que acontece a cada dois anos, quando a Terra se encontra entre Marte e o Sol.

Segundo a NASA, este evento acontecerá na terça-feira, dia 13 de outubro, quando os três corpos celestes estiverem perfeitamente alinhados. Visto da Terra, Marte aparecerá numa posição completamente oposta à do Sol, razão pela qual os astrónomos dizem que está em ‘oposição’.

Nem Marte nem a Terra orbitam o Sol em círculos perfeitos e também não o fazem no mesmo plano. Ambos os planetas têm órbitas elípticas em forma de oval – a Terra demora 365 dias para completar uma volta ao Sol e Marte precisa de 687 dias -, o que significa que quando a Terra se aproxima do Sol, Marte se afasta do mesmo.

Neste mês, a sua proximidade ao Sol vai permitir uma iluminação quase frontal do planeta vermelho, com a luz solar a fazer com que o seu lindo brilho laranja-avermelhado seja superior.

Os dias em torno da oposição são, também, aqueles em que as órbitas de Marte e da Terra estão mais próximas uma da outra.

O planeta vermelho esteve a “apenas” 62 milhões de quilómetros de distância da Terra, às 15h18 do dia 6 de outubro (hora de Portugal). Em 2003, o planeta fez a sua maior aproximação à Terra em 60 mil anos, chegando a uma distância de 56 milhões de quilómetros, mas não voltará a estar tão perto do nosso planeta até 2035.

Neste momento, o robô Perseverance da NASA está a voar pelo espaço e irá pousar em Marte em fevereiro de 2021. A missão Marte 2020 da NASA é uma das várias missões a caminho de Marte, incluindo a sonda Hope dos Emirados Árabes Unidos e a Tianwen-1 da China. O Perserverance foi lançado no dia 30 de julho, numa fase que permitia uma viagem mais rápida entre a Terra e Marte.

Também se poderá observar Júpiter e Saturno

Além de Marte, outros planetas iluminarão o céu durante este mês. Segundo a EarthSky, assim que Marte desaparecer de vista, Júpiter será um dos objetos mais brilhantes no céu noturno e Saturno aparecerá ao lado dele.

Este raro acontecimento deve-se à conjunção de Júpiter e Saturno, que acontece por causa da proximidade entre os dois planetas gigantes e ocorre no dia 21 de dezembro – a última vez foi há 20 anos.

Apesar de Júpiter ofuscar as estrelas e Saturno emitir um brilho dourado, em 2000 foi difícil observá-los, devido à sua proximidade ao Sol.


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