O Tabloide Portugal
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Nenhum Resultado
Ver Resultado
O Tabloide Portugal
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Nenhum Resultado
Ver Resultado
O Tabloide Portugal
Nenhum Resultado
Ver Resultado
Home Editorias Ciência

Não é o tamanho das cidades que define a bondade (é o dinheiro que têm)

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
30 de agosto de 2022
Reading Time: 3 mins read
A A
0

Nout Gons / Pexels

A sabedoria convencional diz que as pessoas de cidades grandes têm menos probabilidade de ajudar estranhos, do que pessoas que moram em cidades mais pequenas. Especialistas em comportamento de Londres consideram que os fatores socioeconómicos são, afinal, a resposta para esta diferença.

Um novo estudo publicado esta semana sugere que a oferta de assistência está associada a fatores socioeconómicos, tendo pouco a ver com o anonimato ou com o ritmo acelerado da vida urbana.

Investigadoras da University College London fizeram uma experiência em 37 vizinhanças diferentes de 12 vilas e 12 cidades no Reino Unido – o objetivo era observar se as pessoas levavam uma carta perdida aos correios para ser enviada, se devolviam um objeto caído no chão e se paravam o carro para permitir que alguém atravessasse a rua.

A autora principal, Elena Zwirner, decidiu realizar pessoalmente as experiências com objetos caídos e travessias rodoviárias, e deixou cartas endereçadas a ela própria nos para-brisas dos carros ou caídas na calçada. As cartas iam acompanhadas de uma nota que dizia: “Pode enviar isto por mim, por favor? Obrigada.”

No total, existiram 1.367 situações em que um estranho teve a oportunidade de ajudar a investigadora e, em 47% das ocasiões, a ajuda foi dada. Os dados mostraram que 55,1% cartas foram entregues, 32,7% pessoas devolveram objetos caídos e 31,1% dos carros pararam para deixar alguém atravessar a estrada.

De acordo com o The Guardian, ao contrário de muitos estudos mais antigos, esta pesquisa analisou o comportamento no mundo real, ao invés de inquéritos online – e os investigadores descobriram que a principal variável foi o nível horse steroids for sale de riqueza do local e não a densidade populacional.

Nichola Raihani, outra autora do estudo, disse que o conhecimento popular de que as pessoas são mais amigáveis ​​em cidades pequenas é apoiado por estudos mais antigos, que tendiam a comparar uma zona central de uma cidade a uma terra rural.

Mas a abordagem das duas especialistas, que mediu comportamentos de ajuda em zonas mais ricas e noutras mais pobres, encontrou um resultado diferente.

“A diferença entre o facto de a ajuda ser, ou não, oferecida foi explicada pela riqueza do local, com a ajuda a ser mais esperada em sítios de maior riqueza”, revelaram as autoras no artigo publicado no Proceedings of The Royal Society B.

Segundo Raihani, o estudo não revelou se foi a privação experimentada pelas pessoas menos ricas que afetou a sua probabilidade de ajudar um estranho, ou se foi o facto de estar num ambiente mais pobre que mudou a sua disposição de ajudar.

Outro aspeto que o estudo não investigou – já que foi conduzido em grande parte por Zwirner, uma mulher branca – foi o papel do sexo, etnia e sotaque na solicitação de ajuda a estranhos.

As descobertas do estudo não indicam que as pessoas que moram em bairros pobres não ajudam. Mas quando as pessoas não têm segurança material tendem a investir numa rede social mais pequena – sendo que a ajuda e cooperação dentro dessa rede são muito altas, mas não necessariamente fora delas.

“Ajudar outra pessoa é inerente a um risco, há um custo quando se ajuda alguém e pode, ou não, obter-se um retorno sobre o investimento”, disse Raihani.

“Então, se quisermos que estas normas imparciais da chamada ‘pró-sociabilidade’ sejam elevadas, no sentido em que os estranhos são sempre ajudados e em que as pessoas ajudam sempre quem precisa – a melhor maneira de o conseguir poderá ser aumentando o padrão de vida das pessoas“, explicou.


Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
Post Anterior

Doença misteriosa está a atacar pomares e matar kiwis em Itália

Próximo Post

Novo estudo divulga os animais mais vulneráveis à covid-19 (e podem voltar a infetar humanos)

Posts Relacionados

Em visita a Portugal, médico do “Boca Juniors” explicou ligação entre ciência muscular no desporto de alto rendimento e a fibromialgia
Saúde

Em visita a Portugal, médico do “Boca Juniors” explicou ligação entre ciência muscular no desporto de alto rendimento e a fibromialgia

Covilhã: Academia Portuguesa de Fibromialgia homenageou médico do Boca Juniors
Sociedade

Covilhã: Academia Portuguesa de Fibromialgia homenageou médico do Boca Juniors

Castelo Branco: Empresária luso-brasileira utiliza diretrizes da OMS no campo da medicina tradicional
Saúde

Castelo Branco: Empresária luso-brasileira utiliza diretrizes da OMS no campo da medicina tradicional

Aumentam as infecções respiratórias graves e regista-se excesso de mortalidade no Norte
Saúde

Aumentam as infecções respiratórias graves e regista-se excesso de mortalidade no Norte

Portugal dorme mal: Associação Portuguesa de Sono alerta para os riscos de um sono insuficiente e de má qualidade
Saúde

Portugal dorme mal: Associação Portuguesa de Sono alerta para os riscos de um sono insuficiente e de má qualidade

Ciência

Tecnologia de ADN no ar revoluciona monitorização de espécies em risco

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

dezesseis + doze =

Outras Notícias!

Taxa de juro no crédito à habitação sobe em março pela 1.ª vez em mais de 2 anos

Taxa de juro no crédito à habitação sobe em março pela 1.ª vez em mais de 2 anos

Preço dos combustíveis para uso privado sobe 12,9% em março na UE

Preço dos combustíveis para uso privado sobe 12,9% em março na UE

Wall Street abre em alta apesar de incerteza sobre negociações entre Irão e EUA

Wall Street abre em alta apesar de incerteza sobre negociações entre Irão e EUA

Fisco recebeu 2,1 milhões de declarações de IRS e pagou 164,7 milhões de euros em reembolsos

Fisco recebeu 2,1 milhões de declarações de IRS e pagou 164,7 milhões de euros em reembolsos

André Ventura anuncia que Chega e Governo vão reunir-se para discutir fim do visto prévio

Deputada do Chega apresenta propostas para reforçar ligação aérea nos Açores

  • Ciência
  • Cultura
  • Famosos
  • Justiça
  • Politica
  • Sociedade
  • Tecnologia
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Tel +351 939 895 955 - (Chamada para rede móvel nacional)

© 2024 - O Tabloide Portugal. Todos os direitos reservados. Periodicidade Registrada (Semanal) – N.º ERC 127422.

Nenhum Resultado
Ver Resultado
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial

© 2024 - O Tabloide Portugal. Todos os direitos reservados. Periodicidade Registrada (Semanal) – N.º ERC 127422.