O Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup) convocou uma greve “pelo direito à saúde” dos professores, que arranca em 12 de outubro.
Segundo o presidente do SNESup, o objetivo é dar aos docentes a possibilidade de se recusarem a trabalhar, se considerarem que as condições de saúde não estão salvaguardadas.
“Nós queremos dar às pessoas a capacidade de dizerem ‘não’, de indicarem que, de facto, não estão reunidas as condições para poder lecionar”, explicou Gonçalo Leite Velho em declarações à Lusa, afirmando que esta é uma “greve pelo direito à saúde e pelo direito à resistência”.
Segundo o representante dos docentes do ensino superior, são dois os problemas que motivaram o protesto: a situação dos profissionais de risco e as condições de funcionamento em algumas instituições.
Em relação aos professores de risco, o sindicato relata a desigualdade na respostas das universidades e politécnicos que têm tratado um problema semelhante de maneiras muito distintas.







