O caso aconteceu em março, quando a psicóloga, de 30 anos, e o docente foram apanhados em cenas íntimas.
A situação assumiu gravidade porque os atos foram “presenciados” por alunos e encarregados de educação: a psicóloga não desligou a câmara do seu computador após uma videoconferência e transmitiu tudo na net. Apesar dos alertas de várias mães no calor da intimidade, nem a psicóloga nem o professor se aperceberam que estavam a ser vistos às claras.
O Ministério da Educação confirmou o caso.
“Foi apresentada queixa que resultou num processo disciplinar à psicóloga, que já não está a exercer funções”.
A queixa foi formulada pela mãe de um dos alunos, que gravou as cenas inusitadas.







