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Home Economia

Short Selling – ou como vender ações emprestadas para ganhar muito dinheiro

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
9 de abril de 2020
Reading Time: 5 mins read
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Austin Distel / Unsplash

Vender ações da bolsa que não são suas é uma forma de ganhar bastante dinheiro. Esta forma de negociação, denominada short selling, é muito lucrativa mas implica algum risco, pelo que é prudente aconselhar-se junto de profissionais qualificados.

Contents
Exemplo de um cenário de short sellingO cenário lucrativoO cenário com prejuízoConfie em quem tem experiência

Quando um investidor aposta em short selling, ou seja, na venda de ações a descoberto, em tradução livre, está essencialmente a vender ações emprestadas – uma aposta que pode ser muito lucrativa, mas que para os menos experientes é aconselhável fazer com a ajuda de consultores profissionais ou empresas como a Shortselling.com.

Quando o investidor vende ações emprestadas, está na realidade a prometer vender ações que ainda não tem, na esperança de mais tarde poder compra-las a um preço mais baixo, para as entregar ao comprador.

Ao apostar em short selling, o investidor acredita que o preço de mercado das ações irá sofrer uma queda antes de ser obrigado a entregá-las. Desta forma, poderá ficar com a diferença que resulta de vender mais caro e comprar mais barato.

A devolução das ações emprestadas fica marcada para um dado momento no futuro, e é uma condição para esta transação. Entretanto, o short seller terá de pagar do seu próprio bolso as receita de dividendos ao proprietário das ações, uma vez que as ações originais  não geram receita — porque não as tem em sua posse nesse momento.

O objetivo do short seller é que o valor das ações em bolsa de uma determinada entidade caia, ou que a empresa vá à falência antes do prazo de entrega das ações emprestadas – a data de vencimento. Se isso acontecer, o investidor poderá comprar as ações de volta a um preço muito mais baixo, substituir as ações emprestadas e guardar para si a diferença, à qual são subtraídos os pagamentos de substituição de dividendos vencidos entretanto.

Exemplo de um cenário de short selling

Quando o assunto não é simples, um exemplo é normalmente a melhor forma de o explicar Tomemos um caso real como exemplo: a Huawei, conhecida fabricante de smartphones, computadores e muitos outros equipamentos, e a ameaça de lhe ser bloqueado o acesso aos mercados norte-americanos.

Quando esta possibilidade surgiu, a especulação à volta das ações da marca na bolsa ganhou outros contornos. Se o bloqueio viesse a acontecer, naturalmente o valor em bolsa da Huawei sofreria uma queda – aliás, as notícias acerca da possibilidade, por si só,  tiveram logo esse efeito, embora a uma escala muito inferior.

Se, por outro lado, o bloqueio aos mercados não se verificasse, então o oposto aconteceria e o valor das ações em bolsa da Huawei valorizariam. Vejamos ambas as possibilidades.

Imaginemos que um investidor tomou conhecimento da possibilidade de a Huawei ser excluída dos mercados norte-americanos, e quer fazer short selling das ações da marca, porque está a contar que isso mesmo aconteça e essas ações desvalorizem num futuro próximo.

Na altura, as ações da Huawei valem 50€ cada uma. O investidor irá pedir emprestadas 100 ações em bolsa desta marca e vende-as por esse valor. Só terá de as devolver ao seu proprietário um mês depois, ficando obrigado a pagamentos de substituição de dividendos até lá, uma espécie de compensação pelo empréstimo. A partir daqui há dois cenários possíveis.

O cenário lucrativo

Cenário 1: alguns dias depois é decretado que a Huawei está proibida de aceder ao mercado nos Estados Unidos. Ora, sendo este país uma grande potência económica e ficando a marca impedida de vender os seus produtos a esse cliente, as ações em bolsa desvalorizam e valem agora 40€ cada uma.

Entretanto chegou a data de vencimento, altura em que o investidor terá de devolver as ações emprestadas. Assim sendo, compra agora realmente 100 ações da Huawei, por 40€, em vez dos 50€ pelos quais as vendeu, para “devolver” as ações emprestadas.

O seu lucro é de 1.000€, aos quais são subtraídos o pagamento de substituição de dividendos, os quais lhe custaram 80€ (por exemplo). Assim sendo, os seus ganhos líquidos são 920€. Eis um caso de short selling bem sucedido.

O cenário com prejuízo

Cenário 2: Regressamos ao início, quando o bloqueio no acesso aos mercados dos EUA para a Huawei ainda são uma possibilidade. O short seller acredita que esse cenário se irá concretizar e vende as 100 ações emprestadas pelo atual valor de mercado: 50€.

No entanto, numa reviravolta surpreendente, isso não se verificou e a relação entre a marca e o país está ainda mais forte. O valor em bolsa da Huawei sobe e as ações valem agora 60€ cada uma.

Chegando o prazo de vencimento, o short seller tem de devolver as ações ao proprietário, mas comprá-las de volta deu-lhe bastante prejuízo — ao qual terá ainda de somar o valor dos dividendos. Neste caso, teve prejuízo em fazer short selling.

Na pior das hipóteses, o investidor não comprou as ações a 60€ (o que lhe permitiria mimizar as perdas) acreditando que ainda viriam a baixar, mas as ações continuaram a subir. O short selling tem o potencial de gerar lucros rápidos e volumosos, mas também prejuízos que se prolongam no tempo…

Confie em quem tem experiência

A bolsa de valores não foi feita para os inexperientes e principiantes. Este é um mundo onde circulam fortunas, mas não precisa de ser milionário para gostar de ver o seu dinheiro bem gerido. É por isso que devemos contar com a colaboração de especialistas, como a ShortSelling.com, com muitos anos de experiência em finanças, tecnologia, comércio online e vendas a descoberto.

Encontrar o corretor certo não é fácil, pois é tão importante fazer uma diligência minuciosa da empresa com a qual escolhe negociar quanto não perder tempo ou dinheiro no caminho para lá.

Escolha uma plataforma na qual possa confiar, onde todos os negócios são feitos com a seriedade, atenção aos detalhes e profissionalismo que todos os investidores merecem.

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