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Home Editorias Ciência

Afinal, o Planeta X pode ser um buraco negro (e uma frota de naves poderia encontrá-lo)

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
16 de maio de 2020
Reading Time: 3 mins read
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Alain r / Wikimedia

Durante séculos, os astrónomos especularam que o Sistema Solar contém planetas não descobertos que orbitam nas distantes e escuras regiões do sistema. Às vezes, avistam os efeitos gravitacionais de corpos desconhecidos, forçando-os a procurar o culpado. Agora, querem encontrar o Planeta X que, afinal, pode não ser um planeta.

Há algum tempo que os astrónomos têm colhido evidências de que um enorme planeta deverá orbitar o Sol a uma distância de cerca de 500 unidades astronómicas ou 70 mil milhões de quilómetros.

A evidência vem das órbitas de corpos gelados no Cinturão de Kuiper além de Neptuno. Esses objetos parecem agrupar-se de formas que só podem ser explicadas se estiverem sendo “agrupadas” por algum objeto maciço.

Esse objeto, conhecido como Planeta X, deve ter entre cinco e 10 vezes a massa da Terra, mas está tão longe que é difícil vê-lo a partir da Terra, apesar das inúmeras investigações em andamento.

Porém, de acordo com a Discover Magazine, há outra razão que pode explicar por que o Planeta X é difícil de ver: porque não é um planeta.

Segundo os astrónomos, é possível que o misterioso Planeta X possa ser um buraco negro primordial deixado pelo Big Bang, mas capturado pelo Sol.

Embora entre cinco e dez vezes mais massivo que a Terra, esse buraco negro seria minúsculo – cerca de cinco centímetros de diâmetro. Consequentemente, é quase impossível detetá-lo com um telescópio. Há uma pequena possibilidade de que o buraco negro possa ser observado através da sua interação com a matéria escura, mas não é garantido.

Assim, os astrónomos estão a tentar arranjar um forma de encontrá-lo. É aqui que surge a ideia de Ed Witten, físico do Institute for Advanced Study em Princeton. O investigador quer procurar as forças gravitacionais que esse buraco negro deve exercer sobre qualquer coisa que passe por perto. Por isso, propõe enviar uma frota de naves espaciais na sua direção e, depois, procurar desvios inesperados na trajetória.

“Se um estudo mais aprofundado do Cinturão de Kuiper reforça o argumento da existência do Planeta X, mas a descoberta por meio de buscas telescópicas ou um sinal de aniquilação da matéria escura não se segue, uma busca direta por uma frota de naves espaciais em miniatura pode tornar-se atraente”, disse.

Witten não é o primeiro a imaginar o potencial da nanonave espacial. Vários cientistas estudaram a ideia de usar poderosos laser terrestres para impulsionar naves espaciais em direção às estrelas.

“Para procurar o Planeta X, gostaríamos de ter velocidades de naves espaciais de (pelo menos) centenas de quilómetros por segundo”, disse Witten, acrescentando que as velocidades permitiriam que a nave viajasse 500 UA numa escala de tempo de 10 anos.

A existência do Planeta X, que os cientistas acreditam ser gigante e gélido, foi prevista pela primeira vez no trabalho de Konstantin Batygin e Mike Brown em janeiro de 2016. As suas propriedades físicas e químicas devem ser semelhantes às de Urano e Neptuno e o misterioso mundo deverá ter um longo período de órbita: 15 mil anos.

Há cientistas que sustentam ainda que o “novo” membro do Sistema Solar possa ser também responsável pela inclinação incomum do Sol.

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