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Home Editorias Ciência

Cientistas podem ter encontrado um pedaço do planeta Theia dentro da Lua

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
11 de março de 2020
Reading Time: 3 mins read
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William K. Hartmann / UCLA

Há 4,5 mil milhões de anos, um planeta do tamanho de Marte, chamado Theia, colidiu com a Terra primitiva. Acredita-se que este objeto se fundiu com a Terra e formou a Lua. Agora, pela primeira vez, os cientistas acreditam que encontraram vestígios de Theia na Lua.

Os modelos prediziam que entre 70% e 90% da Lua seria composta pela Theia. Porém, os isótopos de oxigénio nas amostras lunares colhidas pelos astronautas da Apollo eram muito semelhantes aos isótopos de oxigénio terrestres – e muito diferentes dos isótopos de oxigénio noutros objetos do Sistema Solar.

Uma explicação possível é que a Terra e Theia tinham composições semelhantes. Outra é que tudo ficou misturado durante o impacto, o que, de acordo com as simulações, não é muito provável.

As hipóteses de Theia ter uma composição semelhante à Terra são extremamente pequenas, o que significa que, se a Lua é principalmente feita de Theia, os seus isótopos de oxigénio devem ser diferentes dos isótopos de oxigénio da Terra.

Essa estreita semelhança tem intrigado os cientistas nos últimos anos. Foi aí que a ideia de que Theia se fundiu com a Terra se originou. Enquanto uns cientistas sugeriram que o impacto criou uma nuvem de poeira que se tornou Terra e Lua, outros sugeriram que Theia e a Terra se formaram muito próximo uma da outra.

No entanto, o cientista planetário Erick Cano e os seus colegas seguiram uma rota diferente e decidiram analisar as amostras lunares. Os investigadores adquiriram uma variedade de amostras de diferentes tipos de rochas da Lua e, para a análise, modificaram uma técnica de análise de isótopos padrão para produzir medições de isótopos de oxigénio de alta precisão.

Esta análise fez com que a equipa descobrisse algo novo: a composição isotópica do oxigénio variava dependendo do tipo de rocha testada. Quanto mais profundas a origem da amostra de rocha, mais pesados os isótopos de oxigénio, em comparação com os da Terra.

Esta diferença poderia ser explicada se apenas a superfície externa da Lua fosse pulverizada e misturada durante o impacto, resultando na semelhança com a Terra. Porém, no fundo da Lua, permaneceu um pedaço de Theia relativamente intacto – e os seus isótopos de oxigénio mantiveram-se perto do seu estado original.

O estudo, que foi publicado este mês na revista científica Nature Geoscience, afirma que esta é uma evidência bastante clara de que Theia pode ter-se formado mais longe no Sistema Solar e movido-se para dentro antes da colisão.

“Este resultado elimina a necessidade de modelos de impacto gigante incluírem um mecanismo para homogeneização completa de isótopos de oxigénio entre os dois corpos e fornecem uma base para modelagem futura do impacto e da formação lunar”, escreveram os cientistas.

Os seres humanos não põem os pés na Lua desde 1972, por isso as rochas da Lua disponíveis para análise são escassas e replicar os resultados pode ser complicado por enquanto. No entanto, nos próximos anos, poderemos ver missões tripuladas a regressar à superfície lunar para continuar a estudar o nosso satélite natural.

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