O Tabloide Portugal
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Nenhum Resultado
Ver Resultado
O Tabloide Portugal
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Nenhum Resultado
Ver Resultado
O Tabloide Portugal
Nenhum Resultado
Ver Resultado
Home Economia

Descida do IVA da luz rejeitada. PSD absteve-se depois dizer que votava a favor

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
6 de fevereiro de 2020
Reading Time: 4 mins read
A A
0

João Relvas / Lusa

Esta quarta-feira, os deputados da Comissão de Orçamento e Finanças rejeitaram as contrapartidas da proposta do PSD para reduzir o IVA da luz para consumo doméstico, o que levou a bancada de Rui Rio a retirar a proposta de cima da mesa. Apesar de ter dito que ia votar a favor da proposta do PCP sobre o tema, o PSD absteve-se.

Esta quinta-feira, de acordo com o ECO, textos do PSD, do PCP e do Bloco estão a ser votados novamente em plenário, onde há mais três deputados do que na comissão e Orçamento e Finanças, que podem servir os propósitos finais do PSD: descer o IVA para 6%.

No debate da manhã de quarta-feira, o líder do PSD anunciou que iria mudar a proposta para baixar o IVA da luz, adiando para 1 de outubro a entrada em vigor deste alívio fiscal. A proposta original dos social-democratas referia 1 de julho como data de entrada em vigor.

Ao mesmo tempo, o grupo parlamentar de Rui Rio avançou com novas compensações, depois de uma parte das contrapartidas colocadas em cima da mesa terem sido chumbada no primeiro dia de votações na especialidade. O PSD propôs um corte de 8,5 milhões de euros nos gabinetes ministeriais, colocando esta despesa ao nível de 2019, e não ao nível de 2015 como constava da proposta anterior do PSD. A restante compensação seria feita através de um “ajustamento ao saldo orçamental”.

As mudanças serviam para colher o apoio das restantes bancadas, o que acabou por ser em vão. As contrapartidas exigidas por Rio foram chumbadas com os votos desfavoráveis do PAN e do PS, a abstenção do PCP e do CDS-PP e o voto favorável do PSD, Chega, Iniciativa Liberal e Bloco de Esquerda. A nova data foi chumbado, com os votos desfavoráveis do PSD, Chega, Iniciativa Liberal e Bloco e com a abstenção do CDS-PP.

Perante os chumbos, a bancada social-democrata retirou das votações a parte da proposta que visava a redução do IVA da eletricidade. O PSD já tinha admitido que o faria caso as compensações para a redução do imposto fossem todas rejeitadas.

Após esta decisão, o socialista João Paulo Correia perguntou se a medida que fora retirada poderia ser avocada ao plenário de quinta-feira. À direita, o social-democrata Duarte Pacheco esclareceu que a medida retirada não poderá ser avocada, mas as contrapartidas sim.

Esta quinta-feira, o PSD admitiu votar a favor das propostas do PCP e do Bloco, forçando-os a fazer o mesmo em relação às dos social-democratas. Aos 29 deputados da esquerda juntar-se-iam o Chega (1), o Iniciativa Liberal (1) e o PEV (2), o que totalizaria 112 a favor da descida contra os 112 do PS e PAN. É necessário que o CDS se abstenha. Para desempatar, a chave seria Joacine Katar Moreira.

Porém, não foi isto que aconteceu. A proposta do PCP que reduz o IVA da luz para 6% foi rejeitada pelo PS, CDS, PAN e Joacine. O PSD absteve-se depois de ter garantido em plenário que ia votar a favor e o CDS repetiu os votos contra de quarta-feira na especialidade.

A proposta do PCP previa o decréscimo do IVA da luz para os 6% com efeitos imediatos.

Há ainda a proposta do Bloco de Esquerda reduz o IVA da eletricidade para os 13% este ano e para 6% em 2023 no final da legislatura. Caso a descida avance, o PS seria obrigado a votar a favor da data de entrada em vigor da descida a 1 de outubro do PSD ou de 1 de julho do Bloco para tentar conter os danos orçamentais da medida.

Carlos César ameaça com demissão

Face à possibilidade de uma coligação, o primeiro-ministro António Costa mostrou-se contido, dizendo esperar que o “bom senso prevaleça para não pôr em causa o OE”, reiterando que a proposta dos sociais-democratas era “financeiramente insustentável”.

Por outro lado, em declarações ao jornal Público, o presidente do PS, Carlos César, chegou a dizer que se o Parlamento aprovar a proposta do PSD, o Orçamento do Estado para 2020 (OE2020) ficará comprometido e, nesse caso, o Governo deve “ponderar seriamente o que fazer”, abrindo a porta à demissão do Executivo de António Costa.

Recorde-se que, em 3 de maio do ano passado, durante da crise provocada pela coligação negativa que aprovou o descongelamento integral das carreiras dos professores, Carlos César avisou que, se tal medida se concretizasse, levaria à demissão do primeiro-ministro. Nessa altura, António Costa veio a público anunciar que se demitiria caso a medida fosse aprovada em votação, em plenário. O CDS e o PSD acabaram por recuar, inviabilizando a aprovação da medida.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
Post Anterior

A Grande Pirâmide de Gizé poderia ter um outro propósito

Próximo Post

Venda de barragens da EDP já está nas mãos do Governo

Posts Relacionados

André Ventura anuncia que Chega e Governo vão reunir-se para discutir fim do visto prévio
Politica

O líder do Chega, André Ventura, criticou o novo programa do Governo, designado “Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência”

Preço dos combustíveis para uso privado sobe 12,9% em março na UE
Economia

A Galp registou um forte crescimento dos lucros no arranque de 2026, impulsionado sobretudo pelo aumento da produção e pela valorização do petróleo nos mercados internacionais.

A Comissão Europeia está a pressionar o Parlamento Europeu para que seja alcançado ainda em 2026 um acordo sobre o próximo orçamento de longo prazo da União Europeia
Economia

A Comissão Europeia está a pressionar o Parlamento Europeu para que seja alcançado ainda em 2026 um acordo sobre o próximo orçamento de longo prazo da União Europeia

A proposta do Governo para a nova lei do Tribunal de Contas introduz mudanças relevantes na forma como são fiscalizadas as despesas públicas, sobretudo em situações de emergência.
Politica

A proposta do Governo para a nova lei do Tribunal de Contas introduz mudanças relevantes na forma como são fiscalizadas as despesas públicas, sobretudo em situações de emergência.

Luís Montenegro condena tentativa de ataque a Trump
Politica

Luís Montenegro condena tentativa de ataque a Trump

Chega propõe ampliar Dia da Defesa Nacional para cinco dias e incluir “avaliação militar”
Politica

Chega avança com projeto para equilibrar transparência e privacidade dos financiadores dos partidos

Outras Notícias!

André Ventura anuncia que Chega e Governo vão reunir-se para discutir fim do visto prévio

O líder do Chega, André Ventura, criticou o novo programa do Governo, designado “Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência”

Preço dos combustíveis para uso privado sobe 12,9% em março na UE

A Galp registou um forte crescimento dos lucros no arranque de 2026, impulsionado sobretudo pelo aumento da produção e pela valorização do petróleo nos mercados internacionais.

A Comissão Europeia está a pressionar o Parlamento Europeu para que seja alcançado ainda em 2026 um acordo sobre o próximo orçamento de longo prazo da União Europeia

A Comissão Europeia está a pressionar o Parlamento Europeu para que seja alcançado ainda em 2026 um acordo sobre o próximo orçamento de longo prazo da União Europeia

A proposta do Governo para a nova lei do Tribunal de Contas introduz mudanças relevantes na forma como são fiscalizadas as despesas públicas, sobretudo em situações de emergência.

A proposta do Governo para a nova lei do Tribunal de Contas introduz mudanças relevantes na forma como são fiscalizadas as despesas públicas, sobretudo em situações de emergência.

Luís Montenegro condena tentativa de ataque a Trump

Luís Montenegro condena tentativa de ataque a Trump

  • Ciência
  • Cultura
  • Famosos
  • Justiça
  • Politica
  • Sociedade
  • Tecnologia
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Tel +351 939 895 955 - (Chamada para rede móvel nacional)

© 2024 - O Tabloide Portugal. Todos os direitos reservados. Periodicidade Registrada (Semanal) – N.º ERC 127422.

Nenhum Resultado
Ver Resultado
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial

© 2024 - O Tabloide Portugal. Todos os direitos reservados. Periodicidade Registrada (Semanal) – N.º ERC 127422.