O Tabloide Portugal
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Nenhum Resultado
Ver Resultado
O Tabloide Portugal
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Nenhum Resultado
Ver Resultado
O Tabloide Portugal
Nenhum Resultado
Ver Resultado
Home Economia

Empresas podem impor horários desfasados sem acordo dos trabalhadores

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
14 de setembro de 2020
Reading Time: 3 mins read
A A
0

(CC0/PD) Cozendo / pixabay

A partir de terça-feira, com a passagem para o estado de contingência, as empresas de Lisboa e do Porto vão ter de implementar horários de trabalho de entrada e saída diferenciados, bem como pausas e troca de turnos. 

O jornal ECO adianta esta segunda-feira que os empregadores poderão organizar unilateralmente esse desfasamento, tendo apenas de consultar os trabalhadores e informá-los da alteração cinco dias antes da sua concretização.

“O empregador pode alterar unilateralmente os horários de trabalho, mediante consulta prévia aos trabalhadores envolvidos e à comissão de trabalhadores ou, na falta desta, à comissão sindical ou intersindical ou aos delegados sindicais, afixando na empresa os novos horários com antecedência mínima de cinco dias relativamente ao início da sua aplicação”, lê-se no diploma ao qual o ECO teve acesso.

O diploma do Conselho de Ministros publicado na sexta-feira passada adiantava que caberá ao empregador alterar a organização do tempo de trabalho “ao abrigo do poder da direção”.

O diploma que seguirá para patrões e sindicatos confirma que os empregadores poderão alterar os horários sem acordo dos trabalhadores, reduzindo em dois dias – de sete para cinco dias – a antecedência mínima de afixação dos novos horários antes da sua aplicação face ao que está previsto no Código do Trabalho.

O Correio da Manhã já tinha avançado na sexta-feira  que o desfasamento horário previsto nas áreas metropolitanas só será aplicado a empresas com 50 ou mais trabalhadores a prestarem serviços em simultâneo, prevendo-se coimas para aquelas que não cumpram estas normas.

O Governo exige ainda que as empresas organizem o desfasamento dos horários com intervalos mínimos de 30 minutos entre si até ao limite de uma hora.

O ECO relata que os trabalhadores independentes e os trabalhadores temporários de Lisboa e do Porto também vão ver os seus horários alterados pelas empresas, de modo a cumprir o desfasamento exigido pelo Executivo.

No caso dos trabalhadores temporários, não caberá às empresas de trabalho temporário com as quais têm contrato decidir os novos horários, mas às empresas que estejam a utilizar no presente os seus serviços.

O desafasamento de horários tem como objetivo reduzir os aglomerados no trabalho e nos transportes públicos. Assim, além do prolongamento das regras do teletrabalho, as empresas em Lisboa e no Porto serão obrigadas a adotar medidas mais apertadas, com os trabalhadores distribuídos rotativamente entre o regime de teletrabalho e o trabalho prestado no local de trabalho habitual, e garantindo o desfasamento de horários na entrada e saída e nas pausas e horários de refeições.

Os sindicatos têm defendido que a alteração dos horários não pode ser imposta unilateralmente pelos empregadores para proteger a conciliação da vida familiar, pessoal e profissional.


Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
Post Anterior

Novo fóssil de macaco descoberto. É o ancestral mais antigo do gibão

Próximo Post

Uma carta fora do baralho. Porto fica de fora dos planos de retoma da TAP

Posts Relacionados

Governo rejeita IVA Zero e reforça apoios para empresas mais expostas à subida dos combustíveis
Economia

Governo rejeita IVA Zero e reforça apoios para empresas mais expostas à subida dos combustíveis

Reabilitação urbana regista desaceleração em abril, apesar do aumento da produção contratada
Economia

Mercado das obras públicas inicia ano sob pressão em Portugal

Brasil: Funcex assinala 50 anos e confirma priorizar “ciclo de afirmação internacional”
Economia

Brasil: Funcex assinala 50 anos e confirma priorizar “ciclo de afirmação internacional”

Porto: Câmara Portuguesa de Comércio em Minas Gerais participou em debate sobre as relações económicas entre Brasil e Portugal
Economia

Porto: Câmara Portuguesa de Comércio em Minas Gerais participou em debate sobre as relações económicas entre Brasil e Portugal

“Quem quer investir e internacionalizar tem de olhar para o Brasil”
Economia

“Quem quer investir e internacionalizar tem de olhar para o Brasil”

Pedro Ramos defende comunicação como “instrumento estratégico” para o tecido empresarial da região Centro de Portugal
Economia

Pedro Ramos defende comunicação como “instrumento estratégico” para o tecido empresarial da região Centro de Portugal

Outras Notícias!

Chega propõe ampliar Dia da Defesa Nacional para cinco dias e incluir “avaliação militar”

Ex-autarca do Chega abandona funções na escola profissional da Câmara de Coimbra

Trânsito restabelecido na Avenida Marginal após colisão com três feridos graves em Oeiras

Trânsito restabelecido na Avenida Marginal após colisão com três feridos graves em Oeiras

Um recém-nascido de quatro dias entre os oito afetados por envenenamento por monóxido de carbono nas Caldas da Rainha

Um recém-nascido de quatro dias entre os oito afetados por envenenamento por monóxido de carbono nas Caldas da Rainha

Ministra do Trabalho garante envio da versão final da proposta à CGTP

Ministra do Trabalho garante envio da versão final da proposta à CGTP

Governo rejeita IVA Zero e reforça apoios para empresas mais expostas à subida dos combustíveis

Governo rejeita IVA Zero e reforça apoios para empresas mais expostas à subida dos combustíveis

  • Ciência
  • Cultura
  • Famosos
  • Justiça
  • Politica
  • Sociedade
  • Tecnologia
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Tel +351 939 895 955 - (Chamada para rede móvel nacional)

© 2024 - O Tabloide Portugal. Todos os direitos reservados. Periodicidade Registrada (Semanal) – N.º ERC 127422.

Nenhum Resultado
Ver Resultado
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial

© 2024 - O Tabloide Portugal. Todos os direitos reservados. Periodicidade Registrada (Semanal) – N.º ERC 127422.