Segundo o ministério, além das medidas imediatas também têm sido adotadas iniciativas de médio e longo alcance. O Ministério das Infraestruturas e Habitação afirmou este domingo, em nota oficial, que as ajudas no domínio residencial alcançam quase 1.000 milhões de euros em menos de dois anos, desde que os executivos PSD/CDS-PP de Luís Montenegro assumiram funções.
“Os incentivos à habitação, entre os quais o Porta 65, o Programa de Apoio Extraordinário à Renda (PAER) ou a compensação aos proprietários, bem como a isenção de IMT e de Imposto de Selo para jovens, contabilizaram em 2024 e 2025 (dados até outubro) mais de 920 milhões de euros”, declarou hoje em comunicado o organismo dirigido por Miguel Pinto Luz.
De acordo com o ministério, além das ajudas de curto prazo também têm sido implementadas ações estruturais com impacto a médio e longo horizonte.
“Para além dos apoios, em menos de dois anos, o financiamento destinado ao património habitacional público ultrapassou os 9,2 mil milhões de euros — o maior montante de sempre —, permitindo, até 2030, concretizar cerca de 150 mil respostas residenciais previstas nas Estratégias Locais de Habitação, no programa Parque Público de Habitação a Custos Acessíveis e nas Parcerias Público-Privadas”, refere o documento.
A nota relembra também várias iniciativas que o Governo pretende implementar, nomeadamente benefícios fiscais para estimular a construção de novas moradias e trazer para o mercado de arrendamento imóveis devolutos.











