O Tabloide Portugal
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Nenhum Resultado
Ver Resultado
O Tabloide Portugal
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Nenhum Resultado
Ver Resultado
O Tabloide Portugal
Nenhum Resultado
Ver Resultado
Home Economia

Maior devedor deve 904 milhões ao Novo Banco. Delloite não identificou últimos donos que compraram ativos

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
4 de setembro de 2020
Reading Time: 5 mins read
A A
0

José Sena Goulão / Lusa

António Ramalho, presidente do Novo Banco

O Novo Banco tinha uma exposição de 3.118 milhões de euros a grandes devedores no final de 2019, a que se adicionam 1.036 milhões em imparidades e 2.828 milhões noutras perdas, segundo um reporte divulgado esta quinta-feira.

Contents
Deloitte assessorou Novo Banco na venda da GNB VidaBCE vai avaliar auditoria ao Novo Banco

De acordo com um reporte feito ao Banco de Portugal (BdP) pelo Novo Banco e divulgado pelo banco central, em relação a uma exposição original de 7.208 milhões de euros a grandes devedores, o Novo Banco estava exposto, em 31 de dezembro de 2019, a 3118 milhões de euros desses devedores. A este valor somam-se ainda 1.036 milhões de euros constituídos em imparidades por parte do banco liderado por António Ramalho, e ainda 2828 milhões de outras perdas.

Do total de 3.118 milhões de euros de exposição no final de 2019, 1.305 milhões dizem respeito a devedores de crédito e 1.813 a participações em instrumentos de capital, de acordo com o divulgado.

Como as perdas associadas a instrumentos de capital não entram nas contas, de acordo com a norma contabilística IFRS 9, o Banco de Portugal solicitou ao Novo Banco os valores resultantes desses instrumentos, que ascendem a 947 milhões de euros em perdas.

Os dados divulgados são da responsabilidade do Novo Banco e o documento não identifica os devedores, à semelhança do que aconteceu com os relatórios sobre os grandes devedores da banca conhecido no ano passado.

Segundo o documento, o devedor que gerou mais perdas deve 904 milhões de euros em participações de capital, seguindo-se uma perda de 244 milhões de euros gerada por um grande devedor. De acordo com o documento, 31 devedores ainda tinham uma exposição ao Novo Banco em 2019, o que compara com 43 na exposição original.

O Jornal Económico adianta esta sexta-feira que a auditoria independente feita pela Deloitte ao Novo Banco detetou que os créditos incobráveis de três empresas – Sogema, Ongoing e Prebuild – são responsáveis pela maioria das imparidades nas contas da instituição. Na lista constam ainda créditos que provocaram perdas do Grupo Tiner, do Grupo Tricos e do Fundo de Investimento Tavira.

Já o jornal Público avança esta sexta-feira que, em relação à venda de ativos do Novo Banco a fundos institucionais, em alguns casos com descontos de 80%, a auditoria da Deloitte não conseguiu identificar os últimos proprietários que compraram esses mesmos ativos.

A Deloitte sublinha que as operações cumpriram as regras de mercado, uma vez que as sociedades gestoras só são obrigadas a revelar detalhes sobre os seus investidores caso estes controlem participações acima de 25%, algo que o Novo Banco declarou. No entanto, embora esses participantes de um fundo possam não ter mais de 25%, podem estar a operar de forma relacionada sem isso ser conhecido.

A disponibilização da informação vem na sequência do cumprimento da lei 15/2019, que obriga à divulgação de informação agregada e anonimizada sobre as grandes posições financeiras do Novo Banco, “na sequência do pagamento efectuado pelo Fundo de Resolução ao Novo Banco, no dia 6 de maio de 2020, ao abrigo e em cumprimento do disposto no Acordo de Capitalização Contingente, celebrado a 18 de outubro de 2017”, pode ler-se no comunicado do Banco de Portugal.

Um grande devedor do Novo Banco é assim considerado quando há operações que excedem os 43,3 milhões de euros, e pode incluir “diferentes devedores desde que incluídos no mesmo grupo”.

Deloitte assessorou Novo Banco na venda da GNB Vida

Em 2019, o Novo Banco concluiu a venda da GNB Vida, um negócio que gerou perdas de 250 milhões de euros após ter desencadeado a sua venda em 2017. O processo foi assessorado pela Deloitte Espanha, de acordo com o Jornal Económico.

A auditora faz parte do mesmo grupo mundial que a Deloitte & Associados, a entidade que fez a auditoria conhecida esta semana sobre a gestão do Novo Banco.

Segundo o mesmo jornal, como ambas pertencem ao grupo apesar de serem instituições juridicamente independentes, a auditora poderá ter tido de analisar “potenciais constrangimentos na avaliação dos atos de gestão do Novo Banco”.

Esta semana, o Novo Banco adiantou numa apresentação que emprestou 60 milhões de euros ao investidor que comprou a seguradora GNB Vida, por 123 milhões de euros, na operação que gerou perdas de 250 milhões.

De acordo com o ECO, o banco garantiu que a “transação foi realizada num processo organizado de venda, competitivo e transparente, seguido em permanência pelo Fundo de Resolução e pelo compliance do Novo Banco”.

Na terça-feira de madrugada, o Ministério das Finanças disse, em comunicado, que o relatório de auditoria da Deloitte ao Novo Banco revela perdas líquidas de 4.042 milhões de euros no Novo Banco (entre 4 de agosto de 2014, um dia após a resolução do BES, e 31 de dezembro de 2018) e “descreve um conjunto de insuficiências e deficiências graves” no BES, até 2014, na concessão de crédito e investimento em activos financeiros e imobiliários.

BCE vai avaliar auditoria ao Novo Banco

O Banco Central Europeu (BCE) recebeu esta quinta-feira o relatório da auditoria externa ao BES e ao Novo Banco e irá agora avaliá-lo, informou fonte oficial da instituição à Lusa. “Posso confirmar que o BCE recebeu hoje o relatório [da auditoria externa] solicitado pelo Governo português e irá agora avaliá-lo”, disse fonte oficial da instituição europeia de supervisão bancária quando questionada pela agência Lusa.

Já o Fundo de Resolução, acionista do Novo Banco, considera que a auditoria mostra “que o Novo Banco tem vindo a operar num quadro fortemente marcado pelo vasto legado de ativos não produtivos, gerado ainda na esfera do Banco Espírito Santo, S.A., com o consequente registo de imparidades e provisões, mas que tem também robustecido os seus procedimentos internos”.

A entidade que é responsável por acompanhar a execução do mecanismo de capital contingente diz ainda que “os resultados da auditoria traduzem a adequação dos princípios e critérios adotados. Ainda assim, o Fundo de Resolução não deixará de integrar os resultados da auditoria na sua reflexão permanente sobre a execução do Acordo, tendo em vista extrair as conclusões que se mostrem pertinentes”.

Já o Banco de Portugal, em comunicado citado pelo semanário Expresso, adianta que as “situações estão já a ser alvo de uma análise cuidada, incluindo no quadro do Mecanismo Único de Supervisão, ao qual foi remetido o relatório da auditoria especial”.

Nascido na resolução do BES (em 3 de agosto de 2014), 75% do Novo Banco foi vendido em outubro de 2017 ao fundo de investimento norte-americano Lone Star, mantendo o Fundo de Resolução bancário 25%, numa solução acordada entre Banco de Portugal e governo.

Desde então e até hoje, o Fundo de Resolução já injetou 2.976 milhões de euros e ainda poderá colocar mais de 900 milhões de euros, valores que em cada ano têm impacto nas contas públicas uma vez que o Fundo de Resolução é uma entidade da esfera do Estado.


Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
Post Anterior

Índice de Massa Corporal é a principal causa modificável de diabetes

Próximo Post

Antigo “monstro” marinho descoberto no barco afundado de um rei

Posts Relacionados

Governo rejeita IVA Zero e reforça apoios para empresas mais expostas à subida dos combustíveis
Economia

Governo rejeita IVA Zero e reforça apoios para empresas mais expostas à subida dos combustíveis

Reabilitação urbana regista desaceleração em abril, apesar do aumento da produção contratada
Economia

Mercado das obras públicas inicia ano sob pressão em Portugal

Brasil: Funcex assinala 50 anos e confirma priorizar “ciclo de afirmação internacional”
Economia

Brasil: Funcex assinala 50 anos e confirma priorizar “ciclo de afirmação internacional”

Porto: Câmara Portuguesa de Comércio em Minas Gerais participou em debate sobre as relações económicas entre Brasil e Portugal
Economia

Porto: Câmara Portuguesa de Comércio em Minas Gerais participou em debate sobre as relações económicas entre Brasil e Portugal

“Quem quer investir e internacionalizar tem de olhar para o Brasil”
Economia

“Quem quer investir e internacionalizar tem de olhar para o Brasil”

Pedro Ramos defende comunicação como “instrumento estratégico” para o tecido empresarial da região Centro de Portugal
Economia

Pedro Ramos defende comunicação como “instrumento estratégico” para o tecido empresarial da região Centro de Portugal

Outras Notícias!

Chega propõe ampliar Dia da Defesa Nacional para cinco dias e incluir “avaliação militar”

Ex-autarca do Chega abandona funções na escola profissional da Câmara de Coimbra

Trânsito restabelecido na Avenida Marginal após colisão com três feridos graves em Oeiras

Trânsito restabelecido na Avenida Marginal após colisão com três feridos graves em Oeiras

Um recém-nascido de quatro dias entre os oito afetados por envenenamento por monóxido de carbono nas Caldas da Rainha

Um recém-nascido de quatro dias entre os oito afetados por envenenamento por monóxido de carbono nas Caldas da Rainha

Ministra do Trabalho garante envio da versão final da proposta à CGTP

Ministra do Trabalho garante envio da versão final da proposta à CGTP

Governo rejeita IVA Zero e reforça apoios para empresas mais expostas à subida dos combustíveis

Governo rejeita IVA Zero e reforça apoios para empresas mais expostas à subida dos combustíveis

  • Ciência
  • Cultura
  • Famosos
  • Justiça
  • Politica
  • Sociedade
  • Tecnologia
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Tel +351 939 895 955 - (Chamada para rede móvel nacional)

© 2024 - O Tabloide Portugal. Todos os direitos reservados. Periodicidade Registrada (Semanal) – N.º ERC 127422.

Nenhum Resultado
Ver Resultado
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial

© 2024 - O Tabloide Portugal. Todos os direitos reservados. Periodicidade Registrada (Semanal) – N.º ERC 127422.