O Tabloide Portugal
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
No Result
View All Result
O Tabloide Portugal
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
No Result
View All Result
O Tabloide Portugal
No Result
View All Result
Home Economia

Mais de 80% das empresas a funcionar e grande parte com quebras superiores a 50%

Redação O Tablóide Por Redação O Tablóide
28 de Abril de 2020
Reading Time: 4 mins read
A A
0
Share on FacebookShare on Twitter

Vicki / Flickr

Cerca de 83% das empresas alvo do inquérito do INE e do Banco de Portugal mantinham-se em produção ou em funcionamento, mesmo que parcialmente. “Uma proporção significativa” adaptou a sua actividade devido à pandemia.

Mais de 80% das empresas continuavam em funcionamento, mesmo que parcial, na semana passada, registando 39% destas unidades quebras superiores a 50% no volume de negócios, segundo o inquérito do INE e Banco de Portugal divulgado esta terça-feira.

Os resultados da terceira semana de inquirição do Inquérito Rápido e Especial às Empresas — covid-19, realizada entre 20 e 24 de Abril pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e pelo Banco de Portugal (BdP), revelam que “cerca de 83% das empresas respondentes se mantinham em produção ou em funcionamento, mesmo que parcialmente”, sendo esta percentagem “significativamente mais baixa” no alojamento e restauração (41%) e mais alta (92%) na construção e actividades imobiliárias.

Entre as empresas respondentes, 80% continuaram a referir que a pandemia implicou uma diminuição do volume de negócios (proporção igual à apurada na semana anterior), sendo que numa grande parte (39%) a redução foi superior a 50% do volume de negócios e em 34% dos casos variou entre os 10% e os 50%, reflectindo “sobretudo a ausência de encomendas/clientes e as restrições no contexto do estado de emergência”.

Por dimensão da empresa e sector, registaram-se proporções semelhantes às da semana anterior, sendo que o sector do alojamento e restauração continuou a evidenciar-se, com 96% das empresas deste sector a referirem reduções do volume de negócios e mais de 90% a reportar a ausência de encomendas/clientes.

Do inquérito resultou que “uma proporção significativa” das empresas adaptou a sua actividade devido à pandemia, em 27% dos casos através da diversificação ou modificação da produção e em 20% das situações mediante a alteração ou reforço dos canais de distribuição (27% e 20%).

As conclusões apontam que 59% das empresas reportaram reduções do pessoal ao serviço efectivamente a trabalhar (84% no alojamento e restauração e 45% na informação e comunicação), sendo que 26% referiram uma redução superior a 50%.

As reduções superiores a 75% do pessoal ao serviço continuaram a ser reportadas mais frequentemente por microempresas e no sector do alojamento e restauração.

Face à semana anterior, verificou-se uma maior proporção de empresas a identificar o layoff simplificado como o principal factor para a redução do pessoal ao serviço (54% face a 52%), seguindo-se as faltas no âmbito do estado de emergência, por doença ou por apoio à família, referidas por 29% das empresas.

Por dimensão, esta proporção continuou a ser maior nas microempresas e, por sector, no alojamento e restauração (89%), por oposição à construção e actividades imobiliárias (36%).

Quanto à percentagem de empresas (em funcionamento ou temporariamente encerradas) que já beneficiou de outras medidas anunciadas pelo Governo para além do layoff simplificado, “aumentou ligeiramente face à semana anterior, mas continuou a ser reduzida”.

A percentagem de empresas que planeia beneficiar destes apoios registou uma diminuição na última semana, enquanto a proporção de empresas que continua a não prever o recurso a medidas de apoio aumentou, atingindo proporções entre 48% e 59%, consoante a medida.

Entre as medidas consideradas, 13% das empresas já beneficiaram da suspensão de obrigações fiscais e contributivas e 10% da moratória ao pagamento de juros e capital de créditos já existentes.

Quanto ao acesso ao crédito, na semana passada cerca de 12% das empresas recorreram a crédito adicional, aumentado esta percentagem com a dimensão da empresa e destacando-se o setor do alojamento e restauração com a percentagem mais elevada de empresas que o fizeram (23%).

Das empresas que aumentaram o recurso ao crédito, 83% reportaram um aumento do financiamento junto de instituições financeiras e 51% referiram um aumento do crédito de fornecedores, sendo que na maioria dos casos os novos créditos apresentaram condições semelhantes às anteriormente praticadas.

Já do conjunto de empresas que não aumentou o recurso ao crédito, a maioria continuou a referir que não o fez por opção. No inquérito da semana passada as respostas obtidas foram analisadas segundo um novo critério: o perfil exportador ou não exportador das empresas respondentes.

Desta análise conclui-se que nas empresas com perfil exportador registou-se uma maior proporção de empresas em funcionamento (88% face a 82% nas restantes) e que a percentagem que registou diminuições do volume de negócios e do pessoal ao serviço é “ligeiramente superior à média”, embora as reduções reportadas sejam “relativamente menores”.

Já o recurso ao layoff simplificado foi assinalado por 47% destas empresas, contra 57% nas empresas sem perfil exportador.

Dirigido a um conjunto alargado de empresas de micro, pequena, média e grande dimensão, representativas dos diversos sectores de actividade económica, este inquérito tem como objectivo identificar alguns dos principais efeitos da pandemia covid-19 na actividade das empresas e baseia-se num questionário de resposta rápida sobre o volume de negócios, o número de trabalhadores, a utilização de instrumentos de apoio públicos, as disponibilidades de liquidez, o recurso ao crédito e os preços praticados.

Segundo o INE e o BdP, o inquérito manter-se-á activo enquanto se justificar e terá desejavelmente uma frequência semanal, estando a próxima divulgação prevista para 5 de Maio.

Previous Post

Oxford espera ter vacina contra o coronavírus disponível em setembro

Next Post

BCE comprou mais de 3 mil milhões de dívida por dia no programa de combate à pandemia

Posts Relacionados

Detailed close-up of various Euro banknotes on a white surface, perfect for finance-related content.
Economia

Portugal e Espanha formam grupo de trabalho para impulsionar a integração económica ibérica

The Portuguese flag waves in the wind against a clear blue sky, symbolizing national pride.
Economia

Empresas nacionais dispõem de 182,5 milhões de euros para alavancar inovação produtiva

Aerial view of vast green fields in Njombe, Tanzania, showcasing organized agriculture.
Economia

Produção agrícola mundial enfrenta desafios com El Niño e conflitos geopolíticos

Economia

Governo inicia reavaliação da Lei das Finanças Regionais para atualizar autonomia de Açores e Madeira

Economia

Indústria portuguesa de madeira reforça exportações no Carrefour International du Bois em Nantes

aerial photography of dump trucks
Economia

Minerais críticos ditam novas regras no comércio mundial e geram corrida a acordos

Outras Notícias!

Governo alarga efetivos das Forças Armadas para 31 mil militares nos próximos três anos

Governo reforça valorização dos enfermeiros com mais profissionais, acordos e novas funções no SNS

Grupo dos Amigos da Coesão exige orçamento europeu robusto para o próximo ciclo financeiro

Detailed close-up of various Euro banknotes on a white surface, perfect for finance-related content.

Portugal e Espanha formam grupo de trabalho para impulsionar a integração económica ibérica

The Portuguese flag waves in the wind against a clear blue sky, symbolizing national pride.

Empresas nacionais dispõem de 182,5 milhões de euros para alavancar inovação produtiva

A group of people standing next to a pile of rubble

Infância em Gaza sob ataque sistemático apaga futuro de uma geração inteira

  • Ciência
  • Cultura
  • Famosos
  • Justiça
  • Politica
  • Sociedade
  • Tecnologia
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Tel +351 939 895 955 - (Chamada para rede móvel nacional)

© 2026 - O Tabloide Portugal. Todos os direitos reservados. Periodicidade Registrada (Semanal) – N.º ERC 127422.

No Result
View All Result
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial

© 2026 - O Tabloide Portugal. Todos os direitos reservados. Periodicidade Registrada (Semanal) – N.º ERC 127422.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist