Nenhuma das pessoas que se encontrava a ver as “ondas grandes” da Nazaré, sem máscara e sem cumprir o distanciamento social, foi autuada.
A garantia é dada pelo capitão do Porto da Nazaré, Zeferino Henriques, uma vez que todas as pessoas colocaram a máscara de imediato e se afastaram umas das outras quando foram sensibilizadas.
“Eram poucas pessoas sem máscara colocada. Talvez dezenas. O grande problema foi o ajuntamento”, confessa Zeferino Henriques. Na sequência da ação de sensibilização promovida pela Autoridade Marítima, por elementos da Autarquia e da PSP da Nazaré, os comportamentos foram-se alterando e, por volta do meio-dia, muitas pessoas já tinham dispersado, porque já não havia ondas tão grandes. “Entre o meio-dia e as 13 horas, estava um terço das pessoas no local”, garante.
O capitão do Porto da Nazaré diz que o acesso pedonal foi vedado, o que também contribuiu para diminuir o número de pessoas, a maior parte das quais de nacionalidade brasileira, espanhola, francesa e alemã.
“Ontem, foi um dia calmíssimo. Hoje, de repente, abriram as “portas” e começaram a entrar pessoas, pessoas, pessoas”, conta.
Embora houvesse a preocupação em garantir o cumprimento das normas, Zeferino Henriques diz que, antes, tinha duas prioridades: assegurar a segurança na falésia e no mar.
“Um acontecimento destes envolve muitos perigos: acidentes no mar e as pessoas que podem cair da falésia”, explica. No entanto, não se registou qualquer incidente.







