O primeiro-ministro garantiu que não vai haver encerramento de fronteiras entre os Estados-membros da União Europeia. Todos os países da UE, terão definir um plano de vacinação da covid-19 para entregar no próximo mês.
A reunião dos chefes de Estado e Governo da União Europeia trouxe novidades quanto às medidas para travar a pandemia. António Costa fez questão de clarificar, que as fronteiras não vão ser encerradas entre os Estados-membros. Já no que toca à vacina contra o vírus SARS-CoV-2, o primeiro-ministro afirmou que o lote reservado pela Comissão Europeia será distribuído equitativamente pelos países, de acordo com a população de cada um.
Costa respondeu às dúvidas e críticas de vários constitucionalistas quanto a restrição de circulação entre 31 de outubro e 3 de novembro.
“O entendimento que o Governo tem é que cabe no quadro legal e constitucional”, disse aos jornalistas.
Face à possibilidade de um regresso ao estado de emergência, o primeiro-ministro disse não excluir nenhuma hipótese, mas assumiu a vontade de “perturbar o menos possível” e restringir eventuais consequências sociais e económicas, que possam advir com um novo confinamento.
“Estamos perante uma corrida de longo curso e, portanto, não podemos gastar todo o esforço nem todas as medidas nos primeiros momentos”, afirmou.







