Lisboa, Portugal – A saída de Rui Borges do comando técnico do Sporting ainda esbarra na negociação dos valores rescisórios. As conversas entre os representantes do treinador e a administração da sociedade anónima desportiva prosseguem sem entendimento quanto aos montantes devidos pelo fim antecipado do vínculo, que estaria válido até junho de 2028.
O técnico esteve no banco na vitória frente ao Casa Pia, na última sexta-feira, mas acabou por ser afastado do cargo logo depois, ficando de fora da comitiva que viajou para Londres para disputar a Liga dos Campeões. Perante a saída imediata, Tiago Fernandes assumiu a equipa interinamente, estando já prevista a rendição definitiva por Paulo Fonseca, que aterrou esta quarta-feira em Lisboa e garantiu estar muito feliz por regressar a Portugal e ao clube.
Em cima da mesa está a pretensão de Rui Borges em receber na íntegra a compensação financeira referente ao período restante do contrato, que se estendia por mais ano e meio. Contas feitas, o treinador aponta a cerca de 1,5 milhões de euros líquidos, uma verba que representa para os cofres leoninos um encargo global ligeiramente superior a três milhões de euros brutos.






