O Tabloide Portugal
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Nenhum Resultado
Ver Resultado
O Tabloide Portugal
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Nenhum Resultado
Ver Resultado
O Tabloide Portugal
Nenhum Resultado
Ver Resultado
Home Saúde

9 fatores que comprometem a libido da mulher 

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
23 de maio de 2022
Reading Time: 5 mins read
A A
0

Segundo uma pesquisa feita pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, por meio do Hospital Perola Byton, 48% das mulheres procuram ajuda médica por conta de disfunções sexuais – 45% dessas estão entre a faixa etária de 40 a 55 anos; 37% entre 25 e 39; e somente 7,9% tem entre 20 e 24 anos. Falta de desejo é queixa de 5,8% das jovens entre 18 e 25 anos e de 19,9% de quem já passou dos 60.

De acordo com o Dr. Carlos Moraes, ginecologista e obstetra pela Santa Casa/SP, Membro da FEBRASGO, especialista em Perinatologia pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein, em Infertilidade pela FEBRASGO e médico nos hospitais Albert Einstein, São Luiz e Pro Matre; a falta de libido é uma das maiores queixas no consultório.

Abaixo, o ginecologista aponta 9 fatores que resultam na baixa libido e explica como ocorre em cada caso:

Diminuição da testosterona

A testosterona é um hormônio considerado masculino, afinal, sua concentração no corpo do homem é de 20 a 30 vezes maior do que no corpo feminino. Na mulher, quando a testosterona está em seus níveis ideais, é um importante componente regulador das funções biológicas do organismo.

Quando os níveis do hormônio na mulher ficam baixos, várias disfunções são ocasionadas, entre elas, a baixa libido. No entanto, a queixa é menor em mulheres na idade reprodutiva. Ela pode acontecer com mais frequência após a menopausa (lembrando que a testosterona nunca deve ser dosada em vigência do uso de contraceptivos hormonais, pois os resultados são mascarados pelo uso de hormônios).

Hipotireoidismo

A tireoide é uma glândula situada na parte anterior de nosso pescoço, responsável pela produção dos hormônios T4 e T3, fundamentais para o crescimento, metabolismo, para a fertilidade, entre outras funções. O funcionamento insuficiente da tireoide é chamado de hipotireoidismo.

Os sintomas relacionados ao hipotireoidismo são consequência, principalmente, dos níveis baixos dos hormônios produzidos pela glândula. Entre eles, a baixa libido. “O hipotireoidismo é mais comum em mulheres, especialmente acima dos 40 anos. Se não tratado, além da diminuição da libido, pode causar cansaço excessivo, alteração da função intestinal e até depressão, afetando ainda mais o desejo sexual”, reforça Carlos Moraes.

Pílulas anticoncepcionais

Podem diminuir a libido pois inibem a ovulação, interferindo no pico de testosterona que acontece nessa fase. O efeito se observa principalmente nas pílulas que contêm progesterona com efeito antiandrogênico. Também pode diminuir o desejo sexual das mulheres que usam pílulas com baixíssima dosagem hormonal, de 15 a 20 gramas de etinilestradiol.

Antidepressivos

Apesar das várias classes de antidepressivos disponíveis hoje, com os mais variados perfis farmacodinâmicos, sabemos que um efeito colateral é quase onipresente: a disfunção sexual. Diversos estudos já comprovaram que pacientes usuários de antidepressivos podem ter uma diminuição de 60 a 70% do desejo sexual. A explicação é neurológica: antidepressivos regulam a transmissão da serotonina, hormônio responsável pela sensação de prazer e bem-estar.

“O problema é que, ao aumentar o nível da serotonina, as medicações diminuem a ativação de outros dois neurotransmissores: a dopamina e a noreprinefina. A primeira está ligada à excitação. A segunda, ao foco e à motivação. A boa notícia é que a libido volta quando o organismo se acostuma com a medicação, ou após o fim do tratamento. De qualquer forma, o ideal é buscar orientação do seu médico”.

Sedentarismo

Estudos relatam que pessoas fisicamente ativas podem ter melhor qualidade de vida sexual. A atividade física contribui para uma melhora na circulação sanguínea e na liberação de neurotransmissores que interferem positivamente no desejo sexual.

Os benefícios da atividade física na libido ocorrem com apenas 10 minutos de exercício aeróbico, por exemplo. Além disso, o aumento do peso corporal compromete a libido devido a diversas alterações hormonais decorrentes do acúmulo de gordura, assim como outros desajustes fisiológicos e psicológicos que afetam a saúde e a autoestima.

Álcool

Em pequenas doses, pode levar ao aumento da libido em algumas pessoas, deixando-as mais descontraídas e relaxadas. Entretanto, mais do que quatro doses de álcool por semana podem comprometer a libido da mulher. Isso porque, aparentemente, o álcool pode inibir o estrogênio e atrasar ou impedir a ovulação, exatamente o período em que a mulher alcança o auge do desejo sexual.

Estresse

O estado constante de estresse acaba interferindo no sistema nervoso autônomo pelo aumento do cortisol. Popularmente conhecido como “hormônio do estresse”, o cortisol, que é produzido pelas glândulas suprarrenais, é liberado em momentos de nervosismo. Sendo assim, este desequilíbrio acaba alterando o humor, a sensação de bem-estar e, consequentemente, o desejo sexual.

Alimentação inadequada

Uma dieta carregada em açúcar e alimentos processados afeta determinados hormônios e glândulas, privando o corpo dos nutrientes aliados da libido. Aposte em alimentos que levantam o ânimo sexual, como pimenta, abacate, castanha-do-pará, avelãs, cebolinha, aveia, noz-moscada, romãs, morangos, salmão selvagem ou gergelim com mel.

Tabagismo

A dor que algumas mulheres sentem durante as relações sexuais podem estar ligadas ao ressecamento vaginal causado pelo hábito de fumar. O cigarro afeta os vasos sanguíneos, fazendo com que os tecidos da vagina não sejam irrigados como os de uma pessoa que não fuma. Por isso, a lubrificação é prejudicada. Além disso, fumar prejudica a produção de estrogênio, fazendo com que, para algumas mulheres, a menopausa seja adiantada.

“Vale lembrar que nada é tão prejudicial para a vida sexual do casal quanto a falta de compreensão e diálogo. Se não há cumplicidade e companheirismo na vida a dois, dificilmente haverá desejo e prazer na cama”, ressalta o ginecologista Carlos Moraes.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
Post Anterior

29 de maio é o Dia Mundial da Saúde Digestiva

Próximo Post

Descida das taxas da Euribor a três, a seis e a 12 meses

Posts Relacionados

Em visita a Portugal, médico do “Boca Juniors” explicou ligação entre ciência muscular no desporto de alto rendimento e a fibromialgia
Saúde

Em visita a Portugal, médico do “Boca Juniors” explicou ligação entre ciência muscular no desporto de alto rendimento e a fibromialgia

Covilhã: Academia Portuguesa de Fibromialgia homenageou médico do Boca Juniors
Sociedade

Covilhã: Academia Portuguesa de Fibromialgia homenageou médico do Boca Juniors

Castelo Branco: Empresária luso-brasileira utiliza diretrizes da OMS no campo da medicina tradicional
Saúde

Castelo Branco: Empresária luso-brasileira utiliza diretrizes da OMS no campo da medicina tradicional

Aumentam as infecções respiratórias graves e regista-se excesso de mortalidade no Norte
Saúde

Aumentam as infecções respiratórias graves e regista-se excesso de mortalidade no Norte

Portugal dorme mal: Associação Portuguesa de Sono alerta para os riscos de um sono insuficiente e de má qualidade
Saúde

Portugal dorme mal: Associação Portuguesa de Sono alerta para os riscos de um sono insuficiente e de má qualidade

Saúde

União Europeia Envia Primeiras 100 Mil Doses de Vacina Contra Mpox à RDCongo

Outras Notícias!

Chega propõe ampliar Dia da Defesa Nacional para cinco dias e incluir “avaliação militar”

Ex-autarca do Chega abandona funções na escola profissional da Câmara de Coimbra

Trânsito restabelecido na Avenida Marginal após colisão com três feridos graves em Oeiras

Trânsito restabelecido na Avenida Marginal após colisão com três feridos graves em Oeiras

Um recém-nascido de quatro dias entre os oito afetados por envenenamento por monóxido de carbono nas Caldas da Rainha

Um recém-nascido de quatro dias entre os oito afetados por envenenamento por monóxido de carbono nas Caldas da Rainha

Ministra do Trabalho garante envio da versão final da proposta à CGTP

Ministra do Trabalho garante envio da versão final da proposta à CGTP

Governo rejeita IVA Zero e reforça apoios para empresas mais expostas à subida dos combustíveis

Governo rejeita IVA Zero e reforça apoios para empresas mais expostas à subida dos combustíveis

  • Ciência
  • Cultura
  • Famosos
  • Justiça
  • Politica
  • Sociedade
  • Tecnologia
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Tel +351 939 895 955 - (Chamada para rede móvel nacional)

© 2024 - O Tabloide Portugal. Todos os direitos reservados. Periodicidade Registrada (Semanal) – N.º ERC 127422.

Nenhum Resultado
Ver Resultado
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial

© 2024 - O Tabloide Portugal. Todos os direitos reservados. Periodicidade Registrada (Semanal) – N.º ERC 127422.