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Home Editorias Ciência

A supererupção do vulcão Yellowstone, há 2 milhões de anos, durou décadas

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
16 de novembro de 2020
Reading Time: 3 mins read
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Iorcel / Canva

Grand Prismatic Spring no Yellowstone National Park, EUA

Uma equipa de cientistas descobriu que uma supererupção no vulcão Yellowstone, há 2,1 milhões de anos, não foi um evento explosivo que durou algumas horas ou dias, mas sim décadas.

A perceção geral é que as grandes erupções vulcânicas podem durar apenas algumas horas ou dias. No entanto, uma equipa de investigadores conseguiu determinar que, há mais de dois milhões de anos, uma supererupção do vulcão Yellowstone se prolongou por décadas.

O vulcanologista Colin Wilson, da Victoria University of Wellington, na Nova Zelândia, analisou depósitos de uma antiga supererupção em Yellowstone para entender de que forma o magma e as cinzas foram ejetados do vulcão. O artigo científico foi publicado na Caldera Chronicles do Observatório do Vulcão de Yellowstone.

Segundo o Newsweek, a equipa analisou os depósitos vulcânicos de Huckleberry Ridge, que se formaram com o material incandescente da maior erupção ocorrida em Yellowstone nos últimos 2,1 milhões de anos.

A supererupção lançou colunas de cinzas de dezenas de quilómetros, com fluxos piroclásticos, gases e fragmentos de lava muito quentes e de rápido movimento, que se estenderam por 100 quilómetros. Com o tempo, estes restos formaram depósitos grossos de material vulcânico, conhecido como ignimbrito.

The Huckleberry Ridge Tuff is the ash deposited by a huge explosive eruption from Yellowstone 2.1 million years ago. How long did it take to deposit all that ash? Longer than you might think… Got time for #Yellowstone #CalderaChronicles this week?https://t.co/lWwhf5RLv5 pic.twitter.com/x6r3kS1vbb

— USGS Volcanoes🌋 (@USGSVolcanoes) November 9, 2020

“Foi expulso tanto magma que a superfície do solo, à volta das aberturas da erupção, colapsou para formar uma caldeira de 100 por 50 quilómetros, que está entre a maiores da Terra”, sublinhou Colin Wilson.

Com base nos restos vulcânicos, os cientistas conseguiram reconstruir uma linha do tempo dos eventos. Os resultados mostraram que houve intervalos de tempo entre os eventos eruptivos. Aliás, numa camada, passou tempo suficiente para que a neve caísse e os sistemas climáticos recolhessem as cinzas e as voltassem a depositar.

Os cientistas também concluíram que o vulcão entrou em erupção, parou, arrefeceu e voltou a explodir novamente. O tempo entre os primeiros eventos foi provavelmente de vários meses, disse Wilson.

Levou anos, senão décadas, até que o próximo evento eruptivo ocorresse, com os depósitos a indicar que houve um período muito mais longo de arrefecimento antes de a próxima unidade de ignimbrito ter sido formada.

“Estas descobertas mudam o que pensamos sobre as explosões supermassivas de Yellowstone: em vez de grandes eventos individuais, podem ser compostos por múltiplos eventos menores”, rematou Colin Wilson. Os investigadores esperam usar estas informações para entender o impacto das supererupções no vulcão Yellowstone e avançar na previsão de desastres.


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