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Home Economia

Apoios “não serão suficientes”. 16% das empresas já não vão conseguir pagar salários de abril

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
27 de abril de 2020
Reading Time: 3 mins read
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(CC0) StartupStockPhotos / Pixabay

As empresas têm-se queixado continuamente do mesmo: se as linhas criadas pelo governo para ajudar a ultrapassar o momento de confinamento que obrigou a fechar portas não produzirem efeitos, a economia vai morrer. 

De acordo com o terceiro barómetro da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa (CCIP) sobre os impactos da covid-19, as empresas poderão nem sobreviver à fase de confinamento.

Segundo o CCIP, 77,5% das empresas sentem o impacto mais negativo nas vendas no mercado nacional e mais de metade se queixam de falhas ao nível da tesouraria – 16,2% das empresas reconhece mesmo que já que não conseguirá pagar salários e impostos relativos a abril.

87% das empresas inquiridas no barómetro da CCIP pedem a diminuição das restrições para promover a retoma económica. 43,8% das empresas decidiram pedir o fracionamento do pagamento de impostos, 38,1% vão diferir os pagamentos à segurança social, 36,9% consideram recorrer às linhas de crédito e 30% ao lay-off simplificado.

Em causa estão, de acordo com o Diário de Notícias, o facto de terem sido obrigadas a fechar portas devido ao estado de emergência, não terem tesouraria suficiente para fazerem face às despesas, burocracia e o atraso nas linhas de apoio e em medidas como o lay-off simplificado.

“Estamos todos convencidos de que os apoios agora disponibilizados não serão suficientes para as necessidades das empresas e estamos também conscientes de que haverá muitos casos em que nem com estes apoios será possível salvar as empresas dos efeitos provocados por esta pandemia. Mas o mais importante é que os apoios que estão criados cheguem verdadeiramente às empresas quanto antes. Senão será demasiado tarde para garantir a sobrevivência”, disse Bruno Bobone, presidente da CCIP, em declarações ao DN.

“O Estado prevê que os apoios criados cheguem durante esta semana às empresas, o que já será tarde. Mas aquilo que sabemos do mercado e no que respeita ao lay-off, é que estão a ser realizadas inspeções às empresas que recorreram a este recurso com uma exigência tal de informação que acredito que vamos ter problemas enormes no recebimento destas verbas. E isso vai matar a economia e as empresas”, sublinha, ao DN.

Quanto à reabertura da economia, a CCIP antecipa dificuldades. “Será exigido aos gestores uma grande capacidade de inovação num contexto de mercado completamente diferente”, disse Bobone, para quem é necessário “promover uma abertura gradual mas responsável”.

“Qualquer outro cenário que não este vai colocar os trabalhadores numa situação muito difícil de gerir, sem poderem regressar ao trabalho e com as empresas a viver um período de asfixia financeira e enorme pressão.”

O presidente da CCIP considera fundamental que “o Estado dê garantias às seguradoras de crédito para que estas possam continuar a permitir a continuidade das exportações, essenciais para a sobrevivência da economia portuguesa”.

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