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Home Editorias Ciência

“Armadilha olfativa” atrai tartarugas marinhas a comer plástico

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
18 de março de 2020
Reading Time: 2 mins read
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As tartarugas marinhas são vítimas de uma verdadeira “armadilha olfativa”, uma vez que confundem o cheiro do plástico com comida.

Uma das mais perigosas consequências dos resíduos plástico é que entram no oceano e representam uma séria ameaça para a vida marinha. As tartarugas marinhas são um exemplo das diversas criaturas que consomem regularmente estes pedaços de lixo plástico.

Recentemente, um novo estudo, publicado no Current Biology, dá respostas sobre o motivo que levam estes animais a consumir o plástico dos oceanos: na verdade, as tartarugas marinhas confundem o cheiro do plástico com comida, num fenómeno que os cientistas descrevem como “armadilha olfativa“.

Um estudo do Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation (CSIRO), na Austrália, revelou que uma tartaruga que consumia apenas um único pedaço de plástico tinha 22% de probabilidade de morrer. De acordo com a investigação, esta hipótese aumentava para 50% quando tinham 14 itens de plástico no estômago.

A quantidade de lixo plástico depositada nos oceanos faz com que as tartarugas marinhas consumam cada vez mais resíduos plásticos, um hábito que preocupa a comunidade científica. Apesar de os cientistas terem conhecimento deste fenómeno, desconheciam, até agora, o motivo que conduzia os animais a este tipo de comportamento.

Uma equipa de investigadores da Universidade da Florida e da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, realizou uma experiência segundo a qual 15 tartarugas-comuns (Caretta caretta), criadas em cativeiro, foram filmadas enquanto reagiam a diferentes estímulos.

Para testar se o cheiro tem alguma influência nas opções do menu das tartarugas, os cientistas testaram a reação dos animais ao cheiro da comida de tartaruga (peixe e camarão), ao da água, de plástico limpo e ao de plástico com acumulação de microrganismos, algas, plantas ou pequenos animais (uma acumulação que se designa “bioincrustação”).

Os resultados indicaram que as tartarugas-comuns ignoravam o aroma do plástico limpo e da água, mas reagiam aos odores da comida e de plástico com organismos.

Segundos os investigadores, isto acontece porque os plásticos com organismos têm os mesmos odores que os predadores marinhos usam para localizar os sítios onde podem ir buscar comida.

“Percebemos que as tartarugas-comuns reagem aos odores de plásticos que passaram pelo processo de bioincrustação da mesma forma que respondem aos odores da comida, o que sugere que tartarugas devem ser atraídas pelos detritos de plásticos não apenas pelo seu aspeto, mas também pelo seu cheiro”, explica Joseph Pfaller, investigador da Universidade da Florida e primeiro autor do artigo, citado pelo New Atlas.

“Esta ‘armadilha olfactiva’ deve ajudar a explicar por que razão as tartarugas ingerem e ficam presas no plástico tão frequentemente.”

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