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Home Economia

Centeno diz a Costa para não ceder à esquerda. BE acusa-o de ressuscitar “fantasma do Natal passado”

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
17 de novembro de 2020
Reading Time: 3 mins read
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Miguel A. Lopes / Lusa

O governador do Banco de Portugal (BdP), Mário Centeno, defendeu que os apoios públicos à crise provocada pela pandemia devem ser “temporários”. 

“Os apoios públicos devem ser temporários. Perante numa crise que não é estrutural, não devemos alterar as características fundamentais do nosso sistema de apoios sociais e económicos”, disse Mário Centeno esta segunda-feira na 10.ª Conferência do Banco de Portugal “Desenvolvimento económico português no espaço europeu”.

Segundo Centeno, escreve o ECO, a crise atingiu margens do tecido económico, empresarial e laboral que não estavam abrangidos por políticas tradicionais. Assim, defende, os apoios devem ser ainda mais focados, mas “temporários“.

Caso contrário, explicou o governador do Banco de Portugal (BdP) e ex-ministro das Finanças, torná-los permanentes poderá dificultar a resposta à atual emergência económica e a outras crises no futuro.

“Na verdade, alterações permanentes neste momento irão distorcer os atuais mecanismos de apoio à retoma da atividade, tornando-se mais difíceis de adaptar no futuro e correndo o risco de não responder às exigências da natureza da crise que temos em mãos“, explicou Centeno.

Para o responsável do banco central, investimento público só se for “sustentável e verde” para se poder pagar a si próprio e não se tornar mais um fardo para a economia.

Centeno teme que a resposta do Governo possa ser mal desenhada e gere despesa pública permanente. Portanto, defende que o executivo de Costa intervenha de forma contida com políticas públicas “que atuem nas margens” e de forma mais focada.

Em vez de respostas massivas, que podem conduzir a uma problema de despesa e de endividamento mais excessivo que o atual, os apoios devem ser menores e mais direcionados.

Segundo o semanário Expresso, esta ideia choca com o que defende o Bloco de Esquerda e o PCP, que pretendem resolver alguns dos problemas estruturais no mercado de trabalho e nos serviços públicos. Estes dois extremos – o que é temporário e o que é estrutural – separam o Governo da esquerda, numa altura em que o executivo luta para manter abstenções para aprovar o Orçamento de Estado para 2021 (OE2021).

Centeno quer recuperar “fantasma de um Natal passado”

No Twitter, a deputada Mariana Mortágua criticou o “regresso, pelas mãos do costume”, do “discurso das inevitabilidades” e disse que o guião de Centeno seria a “receita para o desastre” em áreas como o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e o Trabalho. “É um erro deixar o Banco de Portugal governar no Terreiro do Paço”, escreveu.

Qd a crise está no centro da vida coletiva, na Saúde e da Economia, responder pelas “margens”, como defende Centeno, é receita p/ o desastre.Os remendos do Governo ñ salvam o SNS e o emprego.É um erro deixar o Banco de Portugal governar no Terreiro do Paço https://t.co/liAD2xOxrH

— mariana mortágua (@MRMortagua) November 17, 2020

“Com palavras diferentes e de forma mitigada, o argumento de Mário Centeno tem a mesmíssima matriz ideológica que, no passado, sustentou as políticas de austeridade e as ‘reformas estruturais’ que castigaram o país”, argumenta.

A deputada do Bloco recordou que o partido defende medidas que penalizem os despedimentos e as mudanças estruturais no SNS para tornar as carreiras mais atrativas e defender a exclusividade dos profissionais de Saúde.

“Mário Centeno conforma-se com o pior cenário. E tudo em nome de uma preocupação – o aumento da dívida pública”, critica Mortágua, defendendo que a solução “mais eficaz” seria o cancelamento da dívida que for gerada no contexto do combate à covid. O que os dirigentes europeus e portugueses mostram, por agora, é uma inclinação para políticas de austeridade com as quais se “impõe um corte definitivo”, argumentou.

Estes argumentos expõem a fratura entre Governo e Bloco, cuja relação já viu melhores dias.


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