Há doze meses, Marcelo Rebelo de Sousa declarou esperar por uma deliberação do Executivo com a maior brevidade possível relativamente ao funcionamento dos atendimentos médicos de emergência.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, manifestou que apenas após o encerramento do período de verão poderá, eventualmente, emitir uma avaliação formal acerca da situação crítica nos setores hospitalares de resposta imediata, segundo avança o jornal Público.
No ano transato, durante uma visita institucional ao centro hospitalar de Santa Maria, na capital, o chefe de Estado expressou a expectativa de que o Executivo nacional apresentasse rapidamente uma solução concreta para os constrangimentos registados nos departamentos de urgência médica.
“Fiz projeções bastante otimistas. Tendo em conta a dimensão dos entraves, quando se menciona um programa emergencial, todos desejamos uma **intervenção célere e eficaz”, declarou então o Presidente, acrescentando que havia escutado a titular da pasta da Saúde, Ana Paula Martins, expressar confiança em que o cenário observado em 2024 não se repetisse no ano seguinte.
Agora, em comunicação remetida ao diário Público, Marcelo refere que pretende “aguardar pelo término da estação quente para, eventualmente, emitir um parecer sobre o tema”, mesmo após o decurso de 12 meses sem resolução definitiva, mantendo-se a encerramento rotativo de diversos polos de atendimento obstétrico e pediátrico, especialmente durante os fins de semana.











