A AD sublinhou ainda que, nos últimos dias, diversos nomes das suas listas em Matosinhos têm sido alvo de pressões e intimidações. O Chega/Matosinhos expressou, esta segunda-feira, total solidariedade ao candidato da Aliança Democrática (AD) à Junta de Freguesia de Custóias, cuja residência foi atingida por disparos, considerando que tais episódios “em nada honram” a democracia.
Em nota oficial, a coordenação de campanha do Chega, liderada pelo ex-socialista e vereador independente António Parada, afirmou que a situação merece a “mais firme reprovação”.
“O Chega sabe, infelizmente, o que é ser alvo deste tipo de agressões, recordando episódios como a sede incendiada e os cartazes vandalizados em Matosinhos”, destacou.
A habitação do candidato da Aliança Democrática (AD) à Junta de Freguesia de Custóias, em Matosinhos, distrito do Porto, foi atingida por disparos nesta segunda-feira, tendo o caso sido comunicado à PSP, denunciou a AD/Matosinhos.
A AD reforçou que, nos últimos dias, vários candidatos das suas listas em Matosinhos têm sido alvo de coação e hostilidade.
Para o Chega, estes acontecimentos não enobrecem a democracia e apenas pretendem instalar o medo e a pressão política. O partido acrescentou: “Rejeitamos totalmente qualquer prática de violência, chantagem ou ameaça contra candidatos, partidos ou cidadãos”.
De acordo com a direção de campanha do Chega, a atividade política deve assentar em propostas, debate e compromisso com as pessoas, nunca em violência.
Exigindo que o episódio seja integralmente esclarecido pelas autoridades competentes e que os autores sejam responsabilizados em tribunal, o Chega afirmou estar empenhado em prosseguir uma campanha de proximidade, firme nas ideias.
Concorrem à Câmara de Matosinhos a atual presidente, Luísa Salgueiro, pelo PS; o social-democrata Bruno Pereira; o vereador da CDU José Pedro Rodrigues; o ex-socialista e independente António Parada, pelo Chega; o ex-líder parlamentar do BE, Pedro Filipe Soares; Filipe Garcia, pela IL; e Diana Sá, pelo Livre.
O atual executivo é constituído por sete eleitos do PS, um do PSD, um independente, um pelo movimento António Parada Sim! e um da CDU.










