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Home Editorias Ciência

Cientistas já sabem porque é que estas vespas do deserto são tão brancas

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
29 de julho de 2020
Reading Time: 2 mins read
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(dr) Joseph S. Wilson

Dasymutilla gloriosa, a vespa que tem nome de formiga

Cientistas já sabem porque é que estas formigas de veludo (que, na verdade, são vespas) são tão brancas e felpudas que parecem algodão.

No deserto árido do sudoeste dos Estados Unidos, os chaparrais dão um fruto de aspeto único que mais parece algodão. Entre eles vive um animal, cujo nome científico é Dasymutilla gloriosa, que, apesar de ser conhecido como formiga de veludo, é na verdade uma vespa.

“É lógico supor que a aparência destas criaturas evoluiu para que estas se pudessem esconder dos predadores entre os frutos caídos do chaparral. Mas as vespas precederam a chegada deste arbusto ao sudoeste americano em milhões de anos. Por isso, decidimos investigar outras explicações para a sua coloração branca”, declara Joseph Wilson, professor associado do Departamento de Biologia da Universidade Estadual de Utah, citado pelo site IFLScience.

O investigador e o resto da equipa, cujo estudo foi publicado, no dia 15 de julho, na revista científica Biology Letters, procuraram verificar se o aparecimento desta penugem branca dava a estes animais benefícios termoecológicos, ajudando-os a refrescar-se num ambiente tão quente como o do deserto.

Para isso, os cientistas combinaram dados genéticos com estudos de imagem térmica e usaram espectrometria de refletância para comparar a capacidade das vespas e dos frutos em refletir o calor.

As suas descobertas indicam que a penugem destas vespas realmente as ajuda a sobreviver ao calor do deserto e que esse fenótipo evoluiu como um meio de termorregulação, em vez de camuflagem.


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