O Tabloide Portugal
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
No Result
View All Result
O Tabloide Portugal
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
No Result
View All Result
O Tabloide Portugal
No Result
View All Result
Home Economia

Fundo de Resolução deve ser analisado com rigor, diz BCP. Presidente do banco defende moratórias

Redação O Tablóide Por Redação O Tablóide
29 de Setembro de 2020
Reading Time: 5 mins read
A A
0
Share on FacebookShare on Twitter

Miguel A. Lopes / Lusa

O presidente do Millennium BCP, Miguel Maya

O presidente da Comissão Executiva do Millennium BCP, Miguel Maya, disse na segunda-feira que o tema do financiamento do Fundo de Resolução deve ser analisado com o “máximo cuidado e rigor”, afirmando não ter nenhuma decisão tomada sobre esta matéria, noticiou a agência Lusa.

Contents
Extensão das moratórias é medida “muito importante”BCP nega conversas sobre fusão com Montepio

Miguel Maya transmitiu esta posição à margem da V Cimeira do Turismo Português, que na segunda-feira decorreu em Lisboa, depois de ter sido questionado sobre a possibilidade de virem a ser encontradas fontes de financiamento alternativas ao Fundo de Resolução sem ser através de empréstimos públicos.

“Esse é uma tema que deve ser analisado com máximo cuidado e rigor”, referiu, sublinhando que o BCP não tem “nenhuma decisão sobre essa matéria”, mas reiterando que o modelo de contribuições para o Fundo de Resolução em vigor, “não é sustentável” e “cria desvantagens competitivas” para os bancos que criam emprego e prosperidade em Portugal. Assim, defendeu que este “tem de ser alterado”.

“Se houver disponibilidade para encontrarmos outro modelo [de contribuições], se calhar o BCP também pode equacionar estar disponível para fazer esse financiamento”, mas o banco “nunca” fará “um financiamento se não for em condições de mercado”, disse.

O Fundo de Resolução bancário, além de ter 25% do Novo Banco, é a entidade responsável pelas injeções de capital no banco, no âmbito do acordo feito em 2017 na venda de 75% da instituição financeira ao fundo de investimento norte-americano Lone Star.

Esse acordo prevê que, através de um mecanismo contingente, o fundo cubra perdas do banco com “ativos tóxicos” com que ficou do BES até 3.890 milhões de euros. Até agora, já foram injetados 2.976 milhões de euros (2.130 milhões de euros vieram de empréstimos do Tesouro) e poderão transferidos ser mais 900 milhões de euros nos próximos anos.

O Novo Banco tornou-se um dos temas ‘quentes’ das negociações do Orçamento do Estado para 2021 (OE2021). A 04 de setembro, a coordenadora do BE deixou uma mensagem clara em Viseu, na primeira iniciativa da rentrée do partido: “Não pode haver nem um tostão” no OE2021 para “os desmandes do Novo Banco”, referiu.

Já em entrevista ao Expresso, este fim de semana, Catarina Martins fez mesmo depender a viabilização do orçamento do fim das transferências para o Novo Banco e da realização de uma auditoria por instituições públicas.

O problema é que, sem esses empréstimos públicos ou outra solução que seja encontrada (caso de um empréstimo bancário que está a ser discutido entre os principais bancos portugueses e o Governo), o Fundo de Resolução não tem receitas suficientes (cujas principais são as contribuições periódicas dos bancos) para acudir à injeção de capital no Novo Banco.

Segundo informações obtidas pela Lusa, os bancos têm estado a apreciar um eventual empréstimo ao Fundo de Resolução, mas com muitas cautelas, seja sobre as condições do crédito, o impacto dessa solução nas suas contas ou quem seriam os contribuidores.

Daniel Resende / Flickr

Já no ano passado, Miguel Maya defendia publicamente que as sucursais de instituições financeiras em Portugal também pagassem para o Fundo de Resolução, considerando que há uma grande desvantagem competitiva para os bancos portugueses.

Extensão das moratórias é medida “muito importante”

Miguel Maya frisou igualmente a importância para a economia e para as empresas da extensão das moratórias de crédito até setembro de 2021. “É muito, muito importante para a economia, enquanto não há um retomar da economia, que haja capacidade de empresas que são viáveis conseguirem sobrevier a estas adversidades”, referiu, acentuando que o BCP “vê com muito agrado” a extensão das moratórias e que estará na “linha da frente”.

Na quinta-feira da semana, o Conselho de Ministros decidiu prolongar por mais seis meses, até 30 de setembro de 2021, o prazo das moratórias de crédito às famílias e empresas que terminava em 31 de março.

Desta forma, as empresas inseridas em setores particularmente afetados pela pandemia, como as do turismo, cultura, setor social ou comércio e reparação de automóveis, beneficiarão do prolongamento da moratória até 30 de setembro, continuando a beneficiar da suspensão do pagamento do capital em dívida e dos juros.

Já para as restantes empresas que atualmente estão abrangidas pelas moratórias, o prolongamento até 30 de setembro de 2021, mantém a suspensão do pagamento de capital, mas não dos juros.

“Do que estamos a falar é de uma pandemia, é de empresas muito bem geridas que de um dia para o outro ficaram sem clientes. É nossa obrigação tentar encontrar todos os apoios possíveis para que essa capacidade não se perca”, precisou Miguel Maya.

BCP nega conversas sobre fusão com Montepio

Durante o mesmo evento, o presidente do BCP desmentiu ainda contactos com o Ministério das Finanças para a compra do Banco Montepio, admitindo, contudo, que o negócio pode ser interessante para o Millennium.

“Como gestor, tenho obrigação de olhar para todas as operações que possam ser colocadas em mercado e hoje temos os reguladores, ao nível do Banco Central Europeu e muito também o discurso político, a falar da concentração bancária – e também já estamos a ver concentração bancária em Espanha”, referiu.

“Não estabelecemos nenhuns contactos com com o Ministério das Finanças sobre o tema do Montepio, zero, nem estamos a analisar nenhuma operação”, esclareceu, adiantando: “Nós estamos tranquilos com a nossa estratégia. Agora, se vier a haver operações que justifiquem que o banco as analise com rigor, assim faremos”.


Previous Post

Os quatro negócios da China em Portugal que os EUA querem travar (e porquê)

Next Post

Isabel dos Santos impugna nacionalização da Efacec

Posts Relacionados

shallow focus photo of hamburger
Economia

McDonald’s enfrenta a maior crise financeira desde 2002 com queda de 31% nas ações

Close-up of a hand holding a green fuel nozzle at a gas pump station outdoors.
Economia

Mariana Leitão exige alívio fiscal no combustível e acusa Estado de inércia perante famílias

Detailed close-up of various Euro banknotes on a white surface, perfect for finance-related content.
Economia

Governo detalha custos da operação na REN e nega pagamento de comissões extra

Tap air portugal airplane on a runway
Economia

TAP em privatização gera exigência do sindicato por garantias firmes

Symmetrical view of two trains at São Bento Station in Porto, Portugal.
Economia

Transportes públicos registam subida de passageiros no segundo trimestre com exceção do metro

Economia

Luís Neves mantém-se no cargo e condiciona a sua saída a uma eventual queda do Governo

Outras Notícias!

Sp. Braga joga presença europeia com Carlos Vicens a exigir ambição máxima frente ao Pančevo

Eleições no Brasil terminam na primeira volta sem decisão e marcam duelo

Cristiano Ronaldo abandona estágio de Portugal na Dinamarca após crise com Jorge Jesus

shallow focus photo of hamburger

McDonald’s enfrenta a maior crise financeira desde 2002 com queda de 31% nas ações

Lula usa ouro colonial e Galeano para travar regras sobre terras raras

Sp. Braga joga presença europeia com Carlos Vicens a exigir ambição máxima frente ao Pančevo

Gonçalo Ramos garante triunfo de Portugal frente à Noruega numa noite de grande sufoco

  • Ciência
  • Cultura
  • Famosos
  • Justiça
  • Politica
  • Sociedade
  • Tecnologia
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Tel +351 919 895 989 - (Chamada para rede móvel nacional)

© 2026 - Notícias de Portugal e do mundo é o que o Tabloide Portugal traz todos os dias para os seus leitores. Somos um portal dedicado a levar informação de qualidade, credibilidade e conteúdo relevante para quem quer estar sempre bem informado, em Portugal e além-fronteiras. Todos os direitos reservados. Periodicidade Registrada (Semanal) – N.º ERC 127422.

No Result
View All Result
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial

© 2026 - Notícias de Portugal e do mundo é o que o Tabloide Portugal traz todos os dias para os seus leitores. Somos um portal dedicado a levar informação de qualidade, credibilidade e conteúdo relevante para quem quer estar sempre bem informado, em Portugal e além-fronteiras. Todos os direitos reservados. Periodicidade Registrada (Semanal) – N.º ERC 127422.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist