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Home Editorias Ciência

Molécula encontrada no veneno de abelha destruiu células de cancro da mama

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
7 de setembro de 2020
Reading Time: 3 mins read
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(CC0/PD) Photos / pixabay

Um novo estudo de laboratório mostra que uma molécula encontrada no veneno das abelhas pode suprimir o crescimento de células cancerígenas.

De acordo com o site Science Alert, o estudo focou-se em certos subtipos do cancro da mama, incluindo cancro da mama triplo negativo (TNBC), uma condição de saúde extremamente agressiva cujas opções de tratamento ainda são limitadas.

Em muitos casos, as suas células produzem mais uma molécula chamada EGFR do que as células normais. As tentativas anteriores de desenvolver tratamentos que visassem especificamente essa molécula não funcionaram, porque também afetariam negativamente as células saudáveis.

O veneno da abelha-europeia (Apis mellifera) tem demonstrado o seu potencial noutras terapias médicas, como o tratamento do eczema, e é conhecido por ter propriedades anti-tumorais há algum tempo, incluindo o melanoma.

As abelhas usam a melitina – a molécula que constitui metade do seu veneno e torna as suas picadas realmente dolorosas – para lutar contra os seus próprios patogénicos. Estes insetos produzem este peptídeo não apenas no seu veneno, mas também noutros tecidos.

Desta forma, investigadores decidiram submeter células cancerígenas cultivadas em laboratório e células normais ao veneno de abelha da Irlanda, Inglaterra e Austrália, e ao veneno do abelhão de Inglaterra (Bombus terrestris).

A equipa, cujo estudo foi publicado, a 1 de setembro, na revista científica Nature Precision Oncology, descobriu que o veneno do abelhão – que não contém melitina, mas tem outros potenciais ‘assassinos’ de células – teve pouco efeito nas células do cancro da mama, mas o veneno da abelha de todos os locais fez a diferença.

“O veneno foi extremamente potente. Descobrimos que a melitina pode destruir completamente as membranas das células cancerígenas em 60 minutos”, afirmou a investigadora Ciara Duffy, do Instituto de Pesquisa Médica Harry Perkins, na Austrália.

Quando a melitina foi bloqueada com um anticorpo, as células cancerígenas expostas ao veneno de abelha sobreviveram, mostrando que a melitina era, de facto, o componente do veneno responsável pelos resultados dos testes anteriores.

E a melhor parte é que a melitina teve pouco impacto nas células normais, visando especificamente as células que produziram muito EGFR e HER2, e até mexeu com a capacidade de replicação das células cancerígenas.

Além disso, a equipa produziu uma versão sintética da melitina, para ver como seria o seu desempenho em comparação com a verdadeira. “Descobrimos que o produto sintético reflete a maioria dos efeitos anti-cancro do veneno das abelhas”, disse Duffy.

De seguida, os cientistas testaram a ação da melitina combinada com drogas quimioterápicas em ratos. O tratamento experimental reduziu os níveis de uma molécula que as células cancerígenas usam para evitar a deteção pelo sistema imunitário.

“Descobrimos que a melitina pode ser usada com pequenas moléculas ou quimioterapias, como docetaxel, para tratar tipos altamente agressivos de cancro da mama. Esta combinação foi extremamente eficiente na redução do crescimento do tumor em ratos.”

Apesar destes serem resultados animadores, os investigadores alertam que há ainda um longo caminho a percorrer antes desta molécula poder ser usada como um tratamento em humanos.


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