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Home Editorias Ciência

Nebulosa do Anel Azul. O mistério do estranho “olho” cósmico foi finalmente resolvido

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
21 de novembro de 2020
Reading Time: 4 mins read
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NASA / JPL-Caltech / NASA / JPL-Caltech / M. Seibert (Carnegie Institution for Science) / K. Hoadley (Caltech) / GALEX Team

Uma equipa de cientistas descobriu novas evidências nos misteriosos fragmentos fluorescentes da Nebulosa do Anel Azul que podem explicar a forma como a estranha estrutura se formou.

A Nebulosa do Anel Azul abriga uma estrela central, conhecida como TYC 2597-735-1. Um anel ultravioleta incomum envolve a estrela, que os astrónomos observaram pela primeira vez em 2004 usando o antigo telescópio espacial Galaxy Evolution Explorer (GALEX) da NASA.

Até agora, 16 anos depois, a formação deste anel peculiar – que, na verdade, é luz ultravioleta invisível codificada com a cor azul nas imagens do telescópio – permaneceu em grande parte um mistério.

“Sempre que pensávamos que tínhamos resolvido isto, algo nos dizia: Não, isso não está certo”, disse Mark Seibert, astrofísico do Carnegie Institution for Science e membro da equipe GALEX, em comunicado. “Isto é uma coisa assustadora para um cientista. Mas também adoro o quão único este objeto é e o esforço que tantas pessoas fazem para descobri-lo.”

Usando o Observatório W. M. Keck no Hawai,

os investigadores descobriram que o anel azul é, na verdade, a base de uma nuvem em forma de cone de hidrogénio molecular brilhante que se estende da estrela central em direção à Terra.

As novas observações também mostram uma segunda nuvem em forma de cone que se estende da estrela na direção oposta.

As bases das nuvens em forma de cone parecem sobrepor-se quando vistas da Terra, criando a forma de anel em torno da estrela, disse Christopher Martin, físico do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e ex-investigador principal da GALEX, de acordo com o LiveScience.

Os cientistas por trás da nova investigação acreditam que as nuvens de detritos fluorescentes se formaram depois de uma estrela semelhante ao Sol ter colidido e consumido uma companheira estelar mais pequena apenas há alguns milhares de anos. As observações recentes capturam uma fase evolutiva nunca antes vista de uma colisão estelar.

“A fusão de duas estrelas é bastante comum, mas rapidamente se tornam obscurecidas por muita poeira conforme o material ejetado delas se expande e arrefece no espaço, o que significa que não podemos ver o que realmente aconteceu”, disse Keri Hoadley, física do Caltech e autora principal do estudo.

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O momento das novas observações foi fundamental para ajudar os cientistas a compreender o fenómeno. “É como avistar um bebé quando anda pela primeira vez”, disse Don Neill, astrofísico da Caltech e membro da equipa GALEX. “Se piscar os olhos, pode perder [o momento].”

Foi esse momento que permitiu aos astrónomos ver o que estava a acontecer. “Achamos que este objeto representa um estágio final desses eventos transitórios, quando a poeira finalmente baixa e temos uma boa visão”, disse Hoadley. “Mas também captamos o processo antes que estivesse muito adiantado. Com o tempo, a nebulosa dissolver-se-á no meio interestelar”.

A colisão estelar ejetou uma nuvem de detritos quentes para o Espaço. Conforme os destroços voaram, foi criada uma onda de choque que, por sua vez, aqueceu as moléculas de hidrogénio na nuvem de destroços, produzindo as emissões ultravioleta que os cientistas observaram pela primeira vez em 2004.

Os cientistas também usaram dados arquivados do Telescópio Espacial Spitzer da NASA e do Wide-field Survey Explorer (WISE), que revelou um excesso de emissões infravermelhas em torno da estrela central da Nebulosa do Anel Azul. Essas observações sugerem que a estrela está rodeada por um disco de poeira que absorve a luz da estrela e, depois, irradia novamente no infravermelho.

Os cientistas acreditam que este disco cortou a nuvem de detritos ao redor da estrela pela metade, criando as duas nuvens em forma de cone que se estendem em direções opostas.

Este estudo foi publicado esta semana na revista científica Nature.


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