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Home Editorias Ciência

O nosso cérebro muda enquanto comemos

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
7 de março de 2020
Reading Time: 2 mins read
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Danaé Nuzzaci / CNRS / CSGA

Os neurónios (a laranja) que se ativaram quando um camundongo estava a comer

Um estudo realizado em camundongos mostra que se produzem algumas reações no cérebro destes animais depois do aumento dos níveis de glicose no sangue.

Quando temos fome comemos e quando comemos ficamos saciados. Isto parece uma coisa óbvia, mas os mecanismos fisiológicos que o tornam possível são mais complexos do que pensamos. Agora, avança o jornal ABC, uma equipa de cientistas revela qual é o mecanismo que ativa essa sensação de saciedade depois de comermos.

Suspeita-se que a saciedade e a fome dependem em parte da plasticidade sináptica, a capacidade dos neurónios de reconfigurar as suas conexões em resposta a certos estímulos.

Mas, agora, o estudo do Centro Nacional de Investigação Científica (CNRS), realizado com camundongos, mostrou que estes circuitos neurais se ativam durante uma refeição, regulando o comportamento dos animais. Porém, parece que a plasticidade sináptica não interfere.

Os investigadores focaram-se em alguns neurónios do hipotálamo que respondem a uma molécula chamada POMC (pró-opiomelanocortina). Estes regulam o apetite, a ingestão de alimentos, o comportamento sexual, a amamentação e até o ciclo reprodutivo.

Para percebermos a sua importância, estes neurónios estão interconectados com muitos outros e as suas conexões são especialmente maleáveis e sensíveis a alterações hormonais.

Paradoxalmente, os cientistas observaram que estes circuitos não mudam depois de um camundongo fazer uma refeição equilibrada. No entanto, aconteceu algo ainda mais surpreendente: As células nervosas que geralmente apoiam os neurónios — astrócitos — mudam de forma (mais especificamente, retraem-se).

No caso dos neurónios POMC, os astrócitos atuam, geralmente, como limitadores da sua atividade. Mas os cientistas notaram que, depois de comer, quando os níveis de glicose no sangue aumentam, esses astrócitos detetam o sinal e retraem-se cerca de uma hora. De seguida, os neurónios POMC ativam-se, libertando hormonas e sinais que induzem a sensação de saciedade e que levam o animal a não comer mais.

Curiosamente, a equipa percebeu que uma refeição rica em gordura não ativa este mecanismo. Por isso, num futuro próximo, vai tentar perceber se isto significa que a gordura é menos eficaz na hora de saciar ou se, pelo contrário, induz a saciedade de outra forma. Outra opção é a gordura poder ativar uma sensação de prazer viciante sem chegar a criar saciedade, o que seria realmente uma bomba-relógio para o nosso cérebro.

O estudo foi publicado, esta terça-feira, na revista científica Cell Reports.

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