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Home Editorias Ciência

O tempo viaja mais depressa no topo dos arranha-céus

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
2 de maio de 2020
Reading Time: 2 mins read
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Vinícius Pimenta / Pexels

Pela primeira vez, uma equipa de cientistas japoneses mediu força do desvio para o vermelho gravitacional no topo de um arranha-céus e descobriram que, lá, o tempo move-se mais depressa do que no solo.

Desde que Albert Einstein publicou a Teoria da Relatividade Geral em 1915, um princípio conhecido como “desvio para o vermelho gravitacional” tem desempenhado um papel importante na física estelar e na engenharia espacial. Isto refere-se à forma como o tempo acelera e desacelera, dependendo da força da gravidade, o que significa que o tempo passa mais rápido no Espaço do que na Terra.

O tempo move-se mais devagar à medida que nos aproximamos de um objeto maciço, como um planeta, graças ao crescente potencial gravitacional. Isto não é uma novidade e, sem a compreensão desse fenómeno, nunca teríamos conseguido desenvolver sistemas de navegação baseados em satélite como o GPS.

No entanto, embora a diferença de tempo entre uma pessoa no solo e um satélite em órbita tenha sido demonstrada muitas vezes, os investigadores mediram, pela primeira vez, a força do desvio para o vermelho gravitacional no topo de um arranha-céus.

Segundo o estudo publicado este mês na revista científica Nature Photonics, os cientistas revelaram que o tempo se move quatro nanossegundos por dia mais rapidamente no topo do Tokyo Skytree, a 450 metros de altura, do que no solo.

O tempo marginalmente acelerado em tal altitude não é uma grande surpresa, mas o que é significativo neste estudo é que foi realmente medido, explica o IFLScience. A realização desse cálculo só pode ser alcançada usando um relógio de treliça ótica, que é um equipamento muito caro e volumoso, ocupando frequentemente um laboratório inteiro.

O autor do estudo, Hidetoshi Katori, professor de eletrónica quântica na Universidade de Tóquio, e os seus colegas, conseguiram produzir um dispositivo muito mais pequeno, aproximadamente do tamanho de um frigorífico comum, que pode fazer medições de tempo “comparáveis ​​às experiências espaciais” na sua precisão.

Os autores do estudo declararam que o seu pequeno relógio ótico de rede portátil está “pronto para aplicações em campo” e esperam ver essa peça de equipamento requintadamente sensível usada para uma série de usos diferentes. Estes relógios podem ser usados ​​para “monitorizar mudanças espaço-temporais de geopotenciais causadas por vulcões ativos ou deformação da crosta”, ajudando assim a prever terremotos e outros desastres naturais.

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