O Tabloide Portugal
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Nenhum Resultado
Ver Resultado
O Tabloide Portugal
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Nenhum Resultado
Ver Resultado
O Tabloide Portugal
Nenhum Resultado
Ver Resultado
Home Editorias Ciência

Que sons fazem os narvais? Cientistas captam áudio raro dos “unicórnios do Ártico”

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
28 de maio de 2020
Reading Time: 3 mins read
A A
0

Uma equipa de biólogos marinhos, com a ajuda de caçadores de baleias inuítes, reuniu uma coleção sem precedentes de vocalizações de narvais, conhecidos como os “unicórnios do Ártico”, oferencendo novas ideias sobre o comportamento destas criaturas.

Os narvais, conhecidos como os “unicórnios do Ártico”, são notoriamente difíceis de estudar devido à sua natureza nervosa e aos seus habitats hostis. Normalmente, os narvais são encontrados nas profundezas da superfície do Oceano Ártico, mas também aparecem nas costas do norte do Canadá e da Gronelândia.

Os narvais são pequenas baleias famosas pela sua presa em espiral que atinge comprimentos de até 3 metros de comprimento.

Os narvais tendem a vaguear em torno de fiordes glaciais perigosos e os sons das lanchas dos cientistas dispostos a enfrentar esses ambientes hostis assustam os tímidos mamíferos aquáticos. Isto explica, em parte, a razão pela qual os cientistas não têm conseguido captar os sons emitidos pelos narvais.

De acordo com o estudo publicado em abril na revista científica Journal of Geophysical Research: Oceans, os narvais vivem numa das “paisagens sonoras mais barulhentes do oceano”. Os glaciares são barulhentos, produzindo todo o tipo de gemidos quando as enormes paredes de gelo avançam e colapsam no oceano.

Investigadores da União Geofísica Americana e da Universidade de Hokkaido têm trabalhado nos últimos anos perto do Glaciar Bowdoin em Baffin Bay, um “ponto quente” para os narvais.

A equipa fez uma parceria com os caçadores de baleias do noroeste da Gronelândia, em julho de 2019, cuja estreita relação com os cetáceos permitiu que se aproximassem dos animais. Pequenos microfones subaquáticos (hidrofones), que chegavam a até 25 metros, foram acoplados a barcos para registar as chamadas sociais e os sons dos narvais.

Dados hidroacústicos e registos de GPS indicaram que os narvais mantém-se a 1 quilómetro dos glaciares enquanto procuram comida.

“Há tantos estalidos devido à fratura do gelo e ao derretimento das bolhas … é como uma bebida com gás debaixo de água”, disse Evgeny Podolskiy, geofísico na Universidade de Hokkaido, no Japão, em comunicado. “Parece que estamos a lidar com animais que vivem num dos ambientes mais barulhentos sem ter muito problema com isso”.

Mais de 17 horas de gravação capturaram os vários sons que os cetáceos usam para comunicar entre si em busca de presas: cliques e estouros (ou zumbidos), tons puros na forma de assobios e tons pulsados. Em alguns casos, os animais aceleravam os cliques até o som se tornar um zumbido semelhante a uma serra elétrica, ajudando as baleias a encontrar as suas presas através de ecolocalização.

“O mundo deles é a paisagem sonora deste fiorde glacial”, disse Podolskiy. “Há muitas perguntas que podemos responder ouvindo fiordes das geleiras em geral.”

Os cientistas também captaram ruídos antropogénicos como os causados ​​por motores de barcos, além de sons causados ​​pelo derretimento do gelo e ruídos de fendas.

As gravações fornecem aos cientistas uma linha de base dos muitos sons que compõem a existência “altamente suscetível” do narval, iluminando comportamentos e habitats pouco compreendidos.

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
Post Anterior

Descoberto o primeiro “berçário fóssil” de um tubarão-branco pré-histórico

Próximo Post

Astrónomos detetam sinais cintilantes no coração da Via Láctea

Posts Relacionados

Em visita a Portugal, médico do “Boca Juniors” explicou ligação entre ciência muscular no desporto de alto rendimento e a fibromialgia
Saúde

Em visita a Portugal, médico do “Boca Juniors” explicou ligação entre ciência muscular no desporto de alto rendimento e a fibromialgia

Covilhã: Academia Portuguesa de Fibromialgia homenageou médico do Boca Juniors
Sociedade

Covilhã: Academia Portuguesa de Fibromialgia homenageou médico do Boca Juniors

Castelo Branco: Empresária luso-brasileira utiliza diretrizes da OMS no campo da medicina tradicional
Saúde

Castelo Branco: Empresária luso-brasileira utiliza diretrizes da OMS no campo da medicina tradicional

Aumentam as infecções respiratórias graves e regista-se excesso de mortalidade no Norte
Saúde

Aumentam as infecções respiratórias graves e regista-se excesso de mortalidade no Norte

Portugal dorme mal: Associação Portuguesa de Sono alerta para os riscos de um sono insuficiente e de má qualidade
Saúde

Portugal dorme mal: Associação Portuguesa de Sono alerta para os riscos de um sono insuficiente e de má qualidade

Ciência

Tecnologia de ADN no ar revoluciona monitorização de espécies em risco

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

doze + três =

Outras Notícias!

Taxa de juro no crédito à habitação sobe em março pela 1.ª vez em mais de 2 anos

Taxa de juro no crédito à habitação sobe em março pela 1.ª vez em mais de 2 anos

Preço dos combustíveis para uso privado sobe 12,9% em março na UE

Preço dos combustíveis para uso privado sobe 12,9% em março na UE

Wall Street abre em alta apesar de incerteza sobre negociações entre Irão e EUA

Wall Street abre em alta apesar de incerteza sobre negociações entre Irão e EUA

Fisco recebeu 2,1 milhões de declarações de IRS e pagou 164,7 milhões de euros em reembolsos

Fisco recebeu 2,1 milhões de declarações de IRS e pagou 164,7 milhões de euros em reembolsos

André Ventura anuncia que Chega e Governo vão reunir-se para discutir fim do visto prévio

Deputada do Chega apresenta propostas para reforçar ligação aérea nos Açores

  • Ciência
  • Cultura
  • Famosos
  • Justiça
  • Politica
  • Sociedade
  • Tecnologia
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Tel +351 939 895 955 - (Chamada para rede móvel nacional)

© 2024 - O Tabloide Portugal. Todos os direitos reservados. Periodicidade Registrada (Semanal) – N.º ERC 127422.

Nenhum Resultado
Ver Resultado
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial

© 2024 - O Tabloide Portugal. Todos os direitos reservados. Periodicidade Registrada (Semanal) – N.º ERC 127422.