Na semana seguinte, os valores de venda dos combustíveis deverão registar um declínio, impulsionado pelo alívio nas tensões geopolíticas no Oriente Médio e pelo acordo de cessar-fogo entre Teerã e Tel Aviv. O gasóleo, o produto energético mais utilizado em território português, poderá registar uma redução de quatro cêntimos, e o mesmo se prevê para a gasolina, informou uma fonte do setor energético ao ECO.
Para encontrar uma diminuição mais acentuada, é necessário recuar até 14 de abril, embora tal baixa ainda não anule o encarecimento do diesel ocorrido nesta semana.
Assim, ao reabastecer o automóvel, o consumidor deverá desembolsar 1,562 euros por litro de gasóleo comum e 1,685 euros por litro de gasolina tipo 95, segundo os valores médios registados nas estações de serviço na segunda-feira, conforme dados oficiais da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).
Apesar dos acréscimos recentes, e caso se confirmem os números projetados, desde o início de 2025, os custos do diesel caíram 7,1 cêntimos e os da gasolina, 6,1 cêntimos. Esses montantes ainda podem sofrer ajustes em função do fecho da cotação do barril de Brent nesta sexta-feira e das flutuações no câmbio. Além disso, os preços ao consumidor final resultam da média nacional dos valores praticados em todos os postos de abastecimento, podendo variar conforme a localização da bomba.
Nesta semana, o gasóleo subiu 6,7 cêntimos e a gasolina, 2,2 cêntimos — aumentos inferiores às projeções dos analistas, que indicavam uma valorização de oito e três cêntimos, respetivamente.











