O presidente do Chega, André Ventura, criticou a demissão da ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, defendendo que um governante não deve abandonar funções num momento de maior pressão e necessidade.
Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, Ventura afirmou que “um governante não sai quando está pressionado” nem “quando as pessoas mais precisam dele ou dela”, considerando que a saída da ministra “no meio de uma catástrofe é sinal de desorientação” por parte do Executivo.
Apesar de, no passado, ter defendido a demissão de Maria Lúcia Amaral, o líder do Chega sustentou agora que o momento escolhido evidencia falta de rumo político. Ainda assim, reiterou que a saída “já devia ter acontecido antes” e era “um pouco incontornável”, tendo em conta o que classificou como incapacidade demonstrada nos últimos meses — e particularmente nos últimos dias — na gestão de situações críticas que afetaram o território nacional.










