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Home Editorias Ciência

Cachorro da Idade do Gelo tinha uma surpresa no seu estômago: um dos últimos rinocerontes-lanosos do mundo

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
20 de agosto de 2020
Reading Time: 3 mins read
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Centre for Palaeogenetics / Twitter

Uma equipa de investigadores que estudam os restos mortais de um cachorro da Idade do Gelo perfeitamente preservado fizeram uma descoberta inesperada – um pedaço do que poderia ser um dos últimos rinocerontes-lanosos no seu estômago.

Em 2011, investigadores russos descobriram um cachorro da Idade do Gelo perfeitamente preservado na Sibéria. Recentemente, ao examinar o conteúdo do seu estômago, encontraram evidências do que poderia ser um dos últimos rinocerontes-lanosos da Terra.

“É completamente inédito”, disse Love Dalen, professor de genética evolutiva. “Não tenho conhecimento de nenhum carnívoro congelado da Idade do Gelo dentro do qual tenham encontrado pedaços de tecido”.

Os cientistas encontraram originalmente o canino peludo numa escavação em Tumat, na Sibéria, e encontraram um pedaço de tecido de pêlo amarelo dentro do seu estômago. Inicialmente, os especialistas acreditavam que o pertencia a um leão das cavernas.

Inside the puppy’s stomach, @MhsSindging, Sergey Fedorov & others found a hairy piece of tissue.

The mystery tissue from Tumat’s tummy was sent to #CpgSthlm, where @nibbledtodeath extracted DNA to identify the species that the tissue belonged to.

It came from… (2/n). pic.twitter.com/aaRqzy3hBB

— Centre for Palaeogenetics (@CpgSthlm) August 17, 2020

“Temos um banco de dados de referência e ADN mitocondrial de todos os mamíferos, por isso verificamos os dados da sequência e os resultados obtidos – era uma combinação quase perfeita para o rinoceronte-lanoso”, explicou Dalen.

Dalen trabalha no Centro de Paleogenética, que é uma joint venture entre a Universidade de Estocolmo e o Museu Sueco de História Natural, por isso a sua equipa teve acesso a bancos de dados de ADN altamente detalhados e datação por radiocarbono.

Depois de Dalen e os seus colegas terem avaliado com grande probabilidade que esse tecido meio digerido pertencia a um rinoceronte-lanoso, dataram-no por radiocarbono em cerca de 14.400 anos.

“Este cachorrinho, nós já sabemos, foi datado de cerca de 14 mil anos”, disse Dalen. “Também sabemos que o rinoceronte-lanoso foi extinto há 14 mil anos. Então, potencialmente, este cachorro comeu um dos últimos rinocerontes-lanosos”.

A investigação moderna mostrou que a extinção do rinoceronte-lanoso foi, em parte, devido à severa mudança climática.

Ainda não é claro como este cachorro conseguiu apanhar tal espécime, que tem o mesmo tamanho de um rinoceronte-branco moderno, que pesa quase 1.360 quilogramas e tem um 1,80 metros. Edana Lord, co-autora do estudo, afirmou que, devido ao tamanho do rinoceronte, é impossível que o cachorro conseguisse matar o animal.

Além disso, os especialistas ficaram surpreendidos ao ver que o rinoceronte foi tenha ficado quase todo por digerir no estômago do cachorro, levando Dalen a concluir que “este cachorro deve ter morrido logo após comer o rinoceronte.”

Este cachorro é apenas um dos poucos exemplares caninos pré-históricos surpreendentes encontrados na última década. Em 2016, um mineiro na região de Yukon, no Canadá, encontrou uma cria de lobo mumificada de 50.000 anos ao lado de um caribu pré-histórico.

Em 2019, os investigadores encontraram um híbrido de cão-lobo de 18.000 anos perfeitamente preservado no permafrost siberiano.

O degelo do permafrost da Sibéria tem revelado muitas e importantes surpresas para a Ciência, que vão desde potros com 42 mil anos com sangue ainda líquido nas suas veias até vermes pré-históricos e mamutes lanosos.


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