O candidato do Chega à Câmara Municipal de Cascais, João Rodrigues dos Santos, afirmou nesta quinta-feira que a sua prioridade é estimular o desenvolvimento econômico do concelho e, para tal, propõe-se a diminuir as taxas de IRS e IMI.
Segundo o candidato, uma das “principais bandeiras” da sua candidatura é “baixar em 5% o Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) e reduzir o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para a taxa mínima legal, fixada em 0,3%”.
“Isso representa um impacto financeiro, dirão alguns, de cerca de 50 a 60 milhões de euros. Eu digo que são 50 a 60 milhões que ficam diretamente no bolso dos cascaenses”, destacou.
Durante uma deslocação à Associação de Moradores e Amigos do Cabeço de Mouro (HAMIMOURO), João Rodrigues dos Santos recordou a sua experiência como vereador no último mandato, considerando que foram “quatro anos marcantes”, mesmo sem possuir “trajetória política prévia no executivo”.
“Aprendi bastante ao longo destes anos. No começo, absorvi mais, depois compreendi melhor como funcionavam os processos. As propostas que apresentei e o trabalho que desempenhei dentro do executivo, do meu ponto de vista, foram assertivos”, declarou.
O candidato acrescentou ainda: “Não sei se por sorte ou não, mas acredito que acertei praticamente em tudo. Por isso, não alteraria grande parte do que fiz.”
Rodrigues dos Santos garantiu, entretanto, que pretende “vencer a Câmara”, ao contrário do PS, cujo candidato, João Ruivo, teria, segundo ele, “abdicado da disputa”.
“Neste momento pode-se afirmar que ou venço eu ou vence o PSD. Acredito na vitória, mas, se não acontecer, estarei igualmente disponível para trabalhar em prol da população de Cascais”, assegurou.
Além de João Rodrigues dos Santos, disputam as eleições autárquicas de 12 de outubro Nuno Piteira Lopes (PSD/CDS-PP), João Ruivo (PS), Alexandre Abreu (BE/Livre/PAN), Carlos Rabaçal (CDU), Manuel Simões de Almeida (IL), Fábio Pereira (ADN), João Maria Jonet (independente) e António Pinto Pereira (independente, apoiado pela Nova Direita e Nós, Cidadãos!).










