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Home Editorias Ciência

Ciência explica porque é que alguns cheiros desencadeiam memórias fortes

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
15 de dezembro de 2019
Reading Time: 3 mins read
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duallogic / Canva

O cheirinho de pão acabado de sair do forno pode, por exemplo, funcionar como um portal do tempo, levando-nos de volta àquele pequeno café em Paris que visitámos há alguns anos.

Os cheiros têm a capacidade de nos fazer reviver memórias há muito esquecidas. Mas porque é que isto acontece, sobretudo com memórias especialmente emocionais? Segundo o Live Science, a resposta está no facto de as zonas do cérebro que manipulam cheiros, memórias e emoções estarem muito entrelaçadas. Aliás, o modo como o olfato está ligado ao cérebro é único entre os cinco sentidos.

Um odor é uma partícula química que flutua pelo nariz e pelos bulbos olfatórios, onde a sensação é processada pela primeira vez numa forma legível para o cérebro. Então, as células cerebrais transportam essa informação para uma pequena área do cérebro chamada amígdala cerebelosa, onde as emoções são processadas, e depois para o hipocampo, onde ocorre a aprendizagem e a formação da memória.

Os cheiros são as únicas sensações que percorrem um caminho tão direto para os centros emocionais e de memória do cérebro. Todos os outros sentidos viajam primeiro para uma região do cérebro chamada tálamo.

É por isso que as memórias desencadeadas por cheiros, ao contrário de outros sentidos, são “experienciadas como mais emocionais e evocativas”, afirma Rachel Herz, professora assistente de psiquiatria e comportamento humano na Universidade Brown, nos EUA.

Os cheiros são “realmente especiais” porque “podem trazer de volta memórias que, de outra forma, nunca poderiam ser relembradas”, acrescenta a investigadora.

Em comparação, a visão quotidiana de pessoas e lugares familiares não faz com que nos lembremos de memórias muito específicas. Por exemplo, entrar na nossa sala é um estímulo repetido, portanto, é improvável que esta ação nos lembre de um momento específico que ocorreu nessa sala. Por outro lado, “se houver um cheiro relacionado a algo que aconteceu no passado e nunca mais encontrarmos esse cheiro, talvez nunca nos lembremos do que essa coisa era”, diz Herz.

Geralmente, quando uma pessoa cheira algo que está relacionado com um evento significativo do passado, terá primeiro uma resposta emocional à sensação e, de seguida, pode surgir uma lembrança. Porém, explica a cientista, às vezes, a memória nunca aparece, ou seja, a pessoa pode sentir a emoção de que algo aconteceu no passado, mas não se lembra daquilo que experienciou.

A relação entre cheiro e memória também se estende a problemas de saúde relacionados precisamente com a memória. Às vezes, um olfato fraco pode representar um sintoma precoce de doenças como Parkinson ou Alzheimer, segundo John McGann, professor associado do departamento de Psicologia da Universidade Rutgers, também nos EUA. Ou então, pode ser apenas o resultado do envelhecimento, ressalva o investigador.

Este entrelaçamento de emoções e cheiros pode ter uma explicação evolutiva simples. A amígdala cerebelosa evoluiu de uma área do cérebro originalmente dedicada à deteção de substâncias químicas. “As emoções dizem-nos sobre como abordar e evitar coisas, e é exatamente isso que o olfato também faz. Logo, ambos estão intimamente ligados à nossa sobrevivência”, conclui Herz.

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