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Home Editorias Ciência

Estas aranhas colocam neurotoxinas nas suas teias para paralisar as presas

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
16 de agosto de 2020
Reading Time: 2 mins read
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Charles J Sharp / Wikimedia

A aranha Nephila clavipes

Um novo estudo sugere que a aranha Nephila clavipes, que vive no continente americano, coloca neurotoxinas na sua teia, o que faz com que as suas presas paralisem lentamente.

De acordo com o site IFLScience, cientistas da Universidade de São Paulo, no Brasil, descobriram evidências de neurotoxinas nas teias das aranhas Nephila clavipes. A equipa acredita que esta é uma forma de paralisar as suas presas.

A ideia por detrás do estudo, publicado na revista científica Journal of Proteome Research, no dia 7 de agosto, começou depois de os investigadores terem notado que algumas das presas que ficavam presas na teia começavam a agir de forma estranha: corpo trémulo, andar irregular e a língua de fora.

Então, a equipa decidiu extrair algumas das substâncias encontradas na teia e aplicou diferentes concentrações do extrato em abelhas, que são as presas naturais desta aranha. Os investigadores descobriram que estas começavam a mover-se cada vez mais devagar, antes de ficarem paralisadas.

Os cientistas também descobriram que as neurotoxinas encontradas na teia são semelhantes às do veneno da picada da aranha. No entanto, perceberam que também são necessários outros compostos para que esse ataque seja tão eficaz.

“Estas neurotoxinas não são muito potentes, pois o objetivo é apenas causar a paralisia da presa. É importante mencionar que as aranhas só comem as presas vivas. Se as neurotoxinas fossem demasiado potentes, a presa morreria e não poderia ser comida mais tarde pela aranha”, explicou ao mesmo site o professor Mario Palma, um dos autores do estudo.

E estas teias são um risco para nós? De acordo com o mesmo investigador, apesar de ainda não terem testado em humanos, “tendo em conta as composições químicas conhecidas e as pequenas quantidades observadas em condições naturais, provavelmente não haverá perigo para o Homem“, concluiu.


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