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Home Editorias Ciência

Estrela morta emite cocktail de radiação nunca antes visto

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
4 de agosto de 2020
Reading Time: 3 mins read
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(dr) ESA

Conceção artística da emissão de ondas de rádio do magnetar SGR1935+2154

Um grupo internacional de cientistas explorou o potencial do telescópio espacial de raios gama da Agência Espacial Europeia (ESA) – e outros telescópios e instrumentos – para detetar um cocktail de radiação inédita de uma estrela morta.

Uma colaboração global de telescópios, que inclui o Observatório Espacial Integral da ESA, detetou uma mistura nunca antes vista de radiação que explode de uma estrela morta na Via Láctea. A descoberta, que pode resolver um mistério antigo, envolve dois tipos de fenómenos cósmicos: magnetares e rajadas rápidas de rádio.

Os magnetares são remanescentes estelares e possuem alguns dos campos magnéticos mais intensos do Universo. Quando se tornam “ativos”, podem produzir pequenas rajadas de radiação de alta energia que, normalmente, não duram nem um segundo. Mesmo assim, são milhares de milhões de vezes mais luminosas do que o Sol.

Conforme escreve o Europa Press, as rajadas rápidas de rádio (FRBs) são um dos principais mistérios não resolvidos da Astronomia.

Descobertos pela primeira vez em 2007, estes fenómenos pulsam intensamente em ondas de rádio durante meros milissegundos antes de desaparecer e raramente são observados outra vez. A sua natureza permanece desconhecida e nunca houve uma explosão deste tipo na Via Láctea. Até agora.

No final do mês de abril, o SGR 1935+2154, um magnetar descoberto há seis anos na constelação Raposa, tornou-se ativo outra vez. Logo depois, uma equipa de astrónomos viu um fenómeno surpreendente: o magnetar não apenas irradiou os seus raios-X habituais, como também ondas de rádio.

“Detetamos a explosão de raios-X de alta energia do magnetar no dia 28 de abril”, avançou Sandro Mereghetti, do Instituto Nacional de Astrofísica (INAF-IASF) em Milão, na Itália, e principal autor do novo estudo publicado na The Astrophysical Journal Letters.

“O ‘Sistema de Alerta de Explosão’ alertou os observatórios para a descoberta em apenas alguns segundos. O fenómeno aconteceu horas antes de qualquer outro alerta ter sido emitido, o que permitiu à comunidade científica agir rapidamente e explorar essa fonte.” “Nunca vimos uma explosão de ondas de rádio, semelhante a uma rajada rápida de rádio, de um magnetar”, sublinhou Mereghetti.

O gerador de imagens IBIS, do Integral, permitiu aos astrónomos identificar com precisão a origem da explosão, “marcando a sua associação com o magnetar“, explicou o co-autor do artigo científico Volodymyr Savchenko, do Centro de Dados de Ciência Integral da Universidade de Genebra, na Suíça.

“A maioria dos outros satélites envolvidos no estudo não conseguiu medir a sua posição no céu. Isso foi crucial para identificar que a emissão veio mesmo do SGR1935+2154.”

De acordo com a equipa, esta é a primeira conexão observacional entre magnetares e rajadas rápidas de rádio e apoia fortemente a teoria de que as rajadas emanam dos magnetares. Além disso, demonstra ainda que as explosões destes objetos altamente magnetizados também podem ser detetadas nos comprimentos de onda de rádio.


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