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Home Editorias Ciência

Há 1.400 anos, uma estranha luz vermelha apareceu no Japão (e já sabemos o que era)

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
9 de abril de 2020
Reading Time: 3 mins read
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Shawn / Flickr

O registo mais antigo de um fenómeno astronómico observado no Japão deixou uma marca importante na história japonesa e na literatura clássica. O fenómeno data de 30 de dezembro de 620 e há séculos que é um enigma para os cientistas.

Parcialmente mítico, parcialmente factual, o Nihon shoki é a mais antiga história oficial do Japão, descrevendo a origem do país e o subsequente desenvolvimento até ao final do século VII. Nele, pode ser encontrada uma descrição de um evento astronómico altamente incomum que os cientistas não conseguiram explicar.

A estranha luz manifestou-se em 30 de dezembro de 620, quando apareceu “espírito vermelho” na forma de uma cauda de faisão “longa e longa”.  A crónica também usa duas palavras na descrição que correspondem, noutros textos históricos, a um tipo de cometa e auroras.

Por um lado, os cometas não são conhecidos por produzirem espetáculos de luzes vermelhas no céu. Por outro, a aurora boreal não costuma assemelhar-se à cauda de um faisão, tendo uma aparência mais estridente.

Uma equipa de cientistas da Universidade Sokendai, no Japão, estudou vários aspetos da questão, como o astronómico, o geofísico, o linguístico e até o ornitológico, antes de concluir que o fenómeno observado no Japão no século VII foi a primeira aurora boreal alguma vez documentada. As conclusões do estudo foram publicadas em março na revista científica Sokendai Review of Cultural and Social Studies.

Normalmente, as auroras não se assemelham à cauda de um pássaro e raramente têm uma cor avermelhada, algo que dificultou a identificação do fenómeno.

Ryuho Kataoka, primeiro autor do estudo, observou, em comunicado citado pelo EurekAlert, que “descobertas recentes mostraram que as auroras podem ter forma de cauda de faisão” e que a adotam “especificamente durante grandes tempestades magnéticas”.

No entanto, a forma desta aurora – que hoje seria descrita como leque – não é o detalhe mais concreto da crónica. A equipa considerou que o descrito “comprimento longo” é aproximadamente equivalente a uma distância angular de 10 graus, que seria a largura da antiga aurora japonesa.

Além disso, os investigadores compilaram um mapa do campo magnético que a Terra possuía no ano 620 e estimaram que o ponto de observação estava então a 33º de latitude, em vez dos atuais 25º. Nessa altura, seria mais provável ver uma aurora boreal, porque estava mais perto do pólo norte magnético.

As auroras são causadas por partículas carregadas do Sol que colidem com a atmosfera da Terra. Como essas partículas interagem com diferentes elementos, produzem cores diferentes de luz – sendo o vermelho uma possibilidade. Normalmente, a exibição é visível apenas nos círculos ártico e antártico, que estão localizados a cerca de 66,5º norte e sul do Equador, embora as auroras sejam ocasionalmente vistas em regiões não polares.

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