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Home Ciência

Investigadores portugueses controlaram e eliminaram no leite a bactéria que causa a listeriose

Redação O Tablóide Por Redação O Tablóide
8 de Junho de 2020
Reading Time: 3 mins read
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(CC0) ponce_photography / Pixabay

Uma equipa de cientistas da Escola Superior de Biotecnologia, no Porto, conseguiu eliminar e controlar no leite a bactéria que causa a listeriose, a bactéria patogénica que “mais mata na Europa”.

Investigadores da Escola Superior de Biotecnologia (ESB) da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, conseguiram eliminar e controlar no leite a bactéria que causa a listeriose, com base num método alternativo e “mais amigo do ambiente”.

Em declarações à Lusa, Paula Teixeira, investigadora da ESB, adiantou que o estudo visava desenvolver tecnologias alternativas para eliminar a Listeria monocytogenes, a bactéria patogénica transmitida por alimentos que “mais mata na Europa e que mais hospitalizações causa”.

“Esta é uma das bactérias que mais preocupa a indústria e a comunidade científica, daí os esforços para a combater”, realçou a docente, adiantando que o estudo, publicado na Food Microbiology, teve por base o impacto desta bactéria, que causa a listeriose, no leite.

Recorrendo a um método, intitulado de “tecnologia das barreiras“, os investigadores submeteram simultaneamente a Listeria a três tratamentos: a proteínas produzidas por bactérias “amigas do homem”, a bacteriófagos (vírus que “comem” as bactérias) e a uma tecnologia “emergente de alta pressão”.

“Combinando estes três tratamentos conseguimos controlar a Listaria. Além de a eliminarmos, impedimos que eventuais sobreviventes possam desenvolver-se novamente durante o armazenamento”, avançou Paula Teixeira.

De acordo com a investigadora, esta combinação de tratamentos, que “nunca foi utilizada” pela comunidade científica, é também “mais eficiente e amiga do ambiente”. “Neste tratamento, a eficiência energética é diferente porque temos menos gastos do que com o tratamento convencional do leite, que é o tratamento térmico”, sublinhou, acrescentando que a equipa está já a aplicar o método a outros produtos alimentares.

“Este estudo foi aplicado no leite, mas estamos a aplicar a outras matrizes alimentares em que o crescimento da Listeria pode ser controlado por agentes químicos e que, neste caso, esses agentes químicos podem ser substituídos por esta combinação de barreiras. Neste momento, estamos em fase de publicação de um novo artigo em que a combinação foi aplicada a produtos de charcutaria”, referiu.

À Lusa, Paula Teixeira salientou que a indústria está “muito aberta” a este tipo de soluções, isto porque a introdução de bactérias antimicrobianas não põe em causa os padrões de qualidade dos alimentos.

A investigadora sublinhou ainda que a “segurança alimentar continua a ser pouco relevante para a população em geral”. “As pessoas dão pouca importância à segurança alimentar.”

“Todos os anos falamos dos 23 milhões de casos de doenças transmitidas por alimentos, cinco mil mortes na Europa e parece que estes números não alteram a visão das pessoas”, afirmou, acrescentando que também o número de casos de listeriose na Europa “tem aumentado nos últimos anos“.

Segundo a investigadora, o lema da Organização Mundial de Saúde (OMS) deste ano para celebrar o Dia Mundial da Segurança Alimentar é que esta é “uma responsabilidade de todos”, incluindo cientistas, consumidores, governos, produtores e distribuidores.

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