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Home Economia

Novo Banco vendeu 13 mil imóveis, deu crédito e foi compensado pelo Estado pelas perdas

Redação O Tablóide Por Redação O Tablóide
28 de julho de 2020
Reading Time: 2 mins read
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Daniel Resende / Flickr

Na alienação de 13 mil imóveis do portefólio Viriato, realizada em 2018, o Novo Banco foi o vendedor e, ao mesmo tempo, o financiador de um fundo de investidores anónimos nas ilhas Caimão.

O Novo Banco vendeu 13 mil imóveis do portefólio Viriato a um fundo de investimento com sede nas ilhas Caimão, cuja identidade dos proprietário é desconhecida. O banco financiou o fundo de investimento na compra dos imóveis, mas este negócio gerou perdas. Estas foram compensadas pelo Fundo de Resolução, avança o Público esta terça-feira.

O fundo de investidores anónimos nas ilhas Caimão comprou milhares de casas em Portugal e Espanha, a um preço baixo, sendo que não arriscou os mais de mil milhões de dólares dos seus investidores porque a compra que fez ao Novo Banco foi garantida por um empréstimo do próprio banco vendedor.

Apesar de estarem avaliados em 631 milhões de euros, os 5.552 imóveis e 8.791 frações foram vendidos por 364 milhões.

Em março do ano passado, a Helena Roseta criticou esta operação, classificando-a de “pechincha”. A deputada defendia que, aquele preço, o imobiliário não estratégico do Novo Banco deveria ficar na posse do Estado.

O prejuízo contabilístico do negócio foi coberto pelo Fundo de Resolução que, adianta o Público, se compromete a injetar dinheiro sempre que as contas do Novo Banco fiquem ameaçadas.

O diário refere ainda que este foi o maior negócio imobiliário realizado em Portugal nos últimos anos e o segundo maior da Península Ibérica.

Recorde-se que, esta segunda-feira, a instituição liderada por António Ramalho entregou à Procuradoria-Geral da República (PGR) a documentação relativa aos grandes pacotes de vendas de imóveis. Os projetos Viriato e Sertorius foram os mais desastrosos.

O banco antecipa-se, assim, ao pedido de António Costa para que o Novo Banco fosse impedido de realizar mais alienações até que fosse divulgada a auditoria aos seus atos de gestão.


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