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Home Editorias Ciência

Os humanos estão a pôr em causa a alimentação dos animais predadores

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
25 de outubro de 2020
Reading Time: 3 mins read
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Tambako The Jaguar / Flickr

Os animais predadores que vivem perto de humanos estão a obter metade dos alimentos supostos e isso pode ser muito prejudicial, referem investigadores americanos.

De acordo com um novo estudo publicado no jornal Proceedings of the National Academy of Sciences no dia 12 de outubro, esta falha na alimentação dos animais predadores pode causar vários problemas, sendo um deles o conflito entre humanos e carnívoros.

Segundo Philip Manlick e Jonathan Pauli, da Universidade de Wisconsin-Madison, no reino animal a coexistência depende do controlo do espaço, tempo e recursos para limitar a competição entre as espécies. Os especialistas defendem que a divisão de recursos é muito importante e tem implicações nos ecossistemas dominados pelos predadores.

Para perceber melhor as implicações da presença de humanos num espaço que deveria ser destinado a animais, a dupla de especialistas investigou as dietas de sete espécies de predadores, incluindo linces, coiotes, pescadores, raposas vermelhas, martas e lobos cinzentos.

Com a ajuda de outros investigadores e caçadores experientes, a equipa reuniu amostras de ossos e cabelos de 684 carnívoros em sete comunidades diferentes, abrangendo áreas selvagens intocadas, como parques nacionais protegidos, quintas e áreas urbanas.

Como os alimentos deixam pegadas de carbono diferentes, a análise isotópica das amostras de ossos pode revelar o que os animais comeram. Por exemplo, as dietas humanas são ricas em milho e açúcar.

“Os isótopos são relativamente intuitivos: tu és é o que tu comes”, explica Manlick. Os resultados mostraram uma “resposta forte e consistente à perturbação humana”. Mais de 25% da dieta média dos animais predadores consistia em alimentos humanos nas regiões mais afetadas, embora isso também variasse tendo em conta a espécie.

Alguns carnívoros radicais, como os linces, comeram menos comida humana em comparação com outras espécies, como é o caso dos coiotes, raposas, pescadores e martas, sendo que 50% de sua dieta era baseada em alimentos humanos. Segundo os especialistas, estes predadores são os mais abundantes a nível global, e têm funções ecológicas vitais.

Como refere o Cosmos, a dependência dos animais por comida humana pode aumentar a sua vulnerabilidade ao ataque humano e criar mais conflitos entre carnívoros, aumentando a sobreposição para competir por comida humana em comparação com a presa.

Esta situação pode causar alterações na forma como os animais caçam, afetando a dinâmica predador-presa e potencialmente o ecossistema mais amplo, algo que a equipa de investigadores sugere que os ecologistas e biólogos precisam perceber melhor à medida que os humanos continuam a expandir-se.


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